Carlos André Gomes, presidente do Marítimo, fotografado no Estádios dos Barreiros em agosto de 2026. Foto CS Marítimo
Carlos André Gomes, presidente do Marítimo, fotografado no Estádios dos Barreiros em agosto de 2026. Foto CS Marítimo
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Marítimo: Carlos André Gomes crítico no jantar do 116.º aniversário

Presidente dos madeirenses exigiu respeito. Visou entidades públicas e nem a TAP escapou

No Jantar de Gala dos 116 anos do Marítimo, no Casino da Madeira perante 350 associados, o presidente Carlos André Gomes lançou duras críticas a várias entidades. O dirigente aludiu à falta de «respeito», que «tem sido a tónica de algumas entidades públicas» nos últimos meses, queixando-se do processo do Centro Desportivo da Madeira, gerido pela Sociedade de Desenvolvimento Ponta Oeste, ainda sem acordo de utilização, ao contrário do Nacional. «Fazer um arranjinho à 25.ª hora não é nem pode ser a conduta de uma instituição pública», afirmou, pedindo um «retratamento público» dessa instituição, para afastar a «ideia de favorecimento» a outros clubes.

Carlos André Gomes visou também a AF Madeira, classificando-a como «uma organização pouco clara e transparente, que pouco defende os seus associados», gerando «mais constrangimentos do que soluções».

Criticou a TAP pelas tarifas e alterações de regras. «Explora-nos financeiramente. A escalada de preços praticados pela TAP é manifestamente injustificada», afirmou, exigindo intervenção do Estado.

Carlos André Gomes agradeceu o apoio concedido pela C. M. do Funchal para a concretização do projeto do Museu do clube e alertou a necessidade de encontrar um parceiro para a SAD.

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