Portugal-Noruega (Foto: Catarina Morais/Kapta+)
Portugal-Noruega (Foto: Catarina Morais/Kapta+)
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João Cancelo explica golaço, a «sorte» de Portugal e fala do «símbolo» Ronaldo

Palavras do lateral direito após a vitória sobre a Noruega, onde marcou o primeiro golo português

João Cancelo falou à RTP Notícias após a vitória de Portugal sobre a Noruega, que selou o apuramento de Portugal para os quartos de final da Liga das Nações.

— Como explica o golaço que fez?

— Foi um posicionamento bom, sei que o Nuno Mendes tem um lançamento forte, e quando vi a bola bater no chão rematei de instinto e fiz o golo.

— Como explica estas quatro vitórias em quatro jogos?

— Assimilámos rapidamente os novos conceitos do treinador e também tivemos um bocadinho de sorte. Acho que todos os jogadores, das poucas vezes que tivemos treinos, conseguimos entender bem as ideias e passá-las para o campo. Hoje fomos outra vez a melhor equipa e conseguimos a vitória.

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— Como viveram o tema Ronaldo e o que tem de acontecer no futuro?

— O Cristiano é o nosso capitão, o símbolo da Seleção, o melhor jogador que Portugal já teve e certamente que as coisas vão acabar da melhor maneira. O importante são estas quatro vitórias, todos fizemos um grande trabalho, Ronaldo incluído, e agora é desfrutar. Só Proença, Jesus e Ronaldo saberão o que vai acontecer. Obviamente que falámos com Ronaldo esta semana, mas não vou dizer o que falámos.

Declarações à Sport TV

— Viu um cartão amarelo muito cedo, mas até pareceu que isso o espicaçou?

— O amarelo condicionou-me e a minha substituição acho que foi por causa disso. O meu golo foi importante, após sofrermos um golaço da Noruega, e consegui fazer o empate e manter o controlo do jogo, que era o mais importante naquele momento. A Noruega é uma grande equipa, este jogo não era fácil. Haaland, Aursnes, Schjelderup ou Nusa são grandes jogadores. 

— A que sabe estar apurado ao fim de quatro jornadas?

— Sabe bem, dá-nos mais tranquilidade, agora temos mais dois jogos em novembro, mas queremos sempre ser Portugal e queremos acabar o grupo só com vitórias.

— Como se sentiu, por ser um jogador formado no Benfica, ser tão aplaudido no Estádio do Dragão?

— As rivalidades ficam de lado, aqui todos representamos Portugal e acho que isso ficou bem presente. Agradeço muito ao público do Dragão por me ter aplaudido.

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