Messi e Iniesta
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Iniesta e o caso Negreira: «Nunca me senti ajudado»

Lenda do Barcelona comenta polémica que voltou ao espaço mediático após queixa do Real Madrid

Andrés Iniesta pronunciou-se sobre alguns dos temas mais mediáticos da atualidade futebolística em entrevista ao jornal AS. O antigo internacional espanhol, figura histórica do Barcelona e atual treinador do Gulf United, nos Emirados Árabes Unidos, rejeitou categoricamente qualquer favorecimento durante a sua passagem pela formação catalã e relativizou a relevância atribuída à Bola de Ouro.

Confrontado com o polémico caso Negreira — processo em que o Real Madrid acusa o Barcelona de corromper a arbitragem em Espanha através de pagamentos ao antigo vice-presidente da Comissão Técnica de Árbitros (CTA), José Maria Negreira, entre 2001 e 2018, e que se encontra sob averiguação de uma comissão independente da UEFA —, o antigo médio foi perentório na sua avaliação.

«Futebolisticamente falando, não há debate. Não se chegou ao fim daquilo de que se está a falar, mas mesmo que analisemos todos os jogos do período de que se fala, não encontrariam nem um por cento dessas possíveis ajudas. Eu nunca ouvi, nem vi, nem me senti ajudado. Em cada jogo, os adeptos e os jogadores veem favores aos outros», assegurou a lenda dos blaugrana.

O técnico, de 42 anos, abordou igualmente a atribuição da Bola de Ouro de 2026, cuja cerimónia está agendada para 26 de outubro, em Londres. Para Iniesta, as conquistas coletivas sobrepõem-se sempre a qualquer distinção individual, ainda que tenha manifestado o desejo de ver um compatriota espanhol a erguer o galardão.

Os nomeados para a Bola de Ouro 2026

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«Às vezes vamos mais para o individual do que para o coletivo. Quando ouço dizer que a Bola de Ouro tem tanta relevância... não sei. Se vier [a Bola de Ouro], vem. Não é uma conquista que se possa colocar à altura de uma Liga ou de uma Champions», concluiu.

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