Federação Angolana de Andebol antevê 2026 de 'cinto muito apertado'
A Federação Angolana de Andebol (FAAND) projeta um ano de 2026 de grandes desafios logísticos e financeiros. Com competições de alto nível no horizonte, como a Taça das Nações Africanas (Seniores) em outubro, além dos mundiais de Juniores e Cadetes, a federação alerta que os recursos atuais são insuficientes para cobrir todas as frentes.
De acordo com as informações partilhadas, o orçamento de 700 milhões de kwanzas disponibilizado não será suficiente para a vasta lista de atividades previstas. O cenário agravou-se com a mudança de estratégia da Total, anteriormente o maior patrocinador da federação com um apoio anual de cerca de 500 mil dólares. A petrolífera redirecionou o investimento para ações de filantropia e formação de escalões de base, o que representa um rude golpe para as contas da FAAND.
Sob a liderança do presidente José do Amaral 'Maninho', a direção da FAAND está agora focada em atrair novos parceiros privados para garantir que Angola se faça representar com dignidade nas competições internacionais. A estratégia passará por sensibilizar o setor empresarial para o valor das seleções nacionais, que continuam a ser das mais prestigiadas do continente africano.