Sporting: conheça o plano de Rui Borges para dar a volta ao SC Braga
As entradas em simultâneo de Maxi Araújo, Zalazar e Luis Suárez, aos 58 minutos frente ao SC Braga, foram determinantes para a vitória do Sporting na Pedreira. A BOLA detalha o plano estratégico de Rui Borges ao lançar este trio sul-americano no relvado.
O técnico de 45 anos pretendia alterar a dinâmica da equipa. Se, no primeiro tempo, os leões procuravam atrair o bloco bracarense — conhecido pela pressão alta — para explorar a profundidade, a entrada dos novos elementos permitiu construir um futebol muito mais associativo.
O camisola 17 revelou-se fulcral ao dar apoio na saída de bola e no transporte para o meio-campo adversário. Já o avançado colombiano serviu de ponto de ligação no setor ofensivo para combinar com Issa Doumbia, Geny Catamo, Irankunda e o próprio Zalazar. Em associação a estes fatores, Maxi garantiu largura e maior agressividade no corredor do que Vagiannidis, adaptado a uma posição que não domina na plenitude.
A intenção de Borges passou por surpreender o adversário e conferir maior imprevisibilidade à equipa, aliando os passes rasgados para a velocidade dos alas à capacidade de Zalazar para quebrar linhas e libertar Issa Doumbia.
Feitas as contas, foi a primeira vez na temporada que o treinador colheu frutos diretos dos suplentes em forma de golos, com Suárez e Zalazar em evidência.
O resultado assinalou a primeira vitória do técnico frente aos arsenalistas ao serviço dos leões, pondo fim a uma série de três empates consecutivos. Além disso, no historial da Liga, o timoneiro somou o 30.º jogo consecutivo sem derrotas fora de portas.
No balanço global, o conjunto leonino assinou a segunda reviravolta da época — repetindo o cenário verificado frente ao Galatasaray na primeira jornada da Champions, com o mesmo resultado final: de 0-1 para 3-1.
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