Renato Marín evitou um 'cabaz' em Alvalade - Foto: Miguel Nunes
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Nacional: primeiras partes têm sido um pesadelo

Os 45 minutos iniciais dos sete jogos realizados na Liga foram terríveis para os madeirenses. 11 dos 15 golos sofridos aconteceram até ao intervalo

As primeiras partes do Nacional nestas sete jornadas iniciais da Liga têm sido um autêntico pesadelo. Nesses jogos, a equipa madeirense só conseguiu manter a baliza inviolada ao intervalo numa ocasião: no duelo com o Estoril (0-0), que culminou na única vitória alcançada até ao momento (2-0) na competição. Nos restantes seis encontros a entrada em jogo revelou-se decisiva para o insucesso, com a formação madeirense a consentir, nesse período, 11 dos 15 golos sofridos até ao momento na Liga. Isto significa que 73,33% dos tentos encaixados pelos alvinegros ocorreram durante os primeiros 45 minutos.

Esta fragilidade defensiva na etapa inicial dos jogos atravessa, aliás, os vários comandos técnicos que orientaram o clube nestes primeiros meses da época. Com João Gião até à 4.ª jornada, o Nacional sofreu quatro golos na primeira parte, num total de seis. Na transição entre Gião e Alexandre Santos, a equipa madeirense foi orientada por Bruno Abreu, treinador dos sub-19, no desafio frente ao Sporting, onde voltou a ir para o intervalo a perder (0-1), na derrota por 0-2.

A tendência teve continuidade com a chegada de Alexandre Santos. Nas últimas duas jornadas, já com o novo treinador ao leme, o Nacional sofreu três golos nos primeiros 45 minutos do jogo frente ao Alverca (1-3, no final), e outros três perante o Famalicão, na derrota por 0-4.

Estes números justificam o estatuto de segunda pior defesa do campeonato, com 15 golos sofridos a par do Rio Ave, só superada pelo Casa Pia, que já encaixou 16 golos na Liga.

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