Marcha lenta de camiões - foto JOSÉ COELHO/LUSA
Marcha lenta de camiões - foto JOSÉ COELHO/LUSA
Adicione A BOLA às suas preferências do Google

Marcha lenta de camiões e buzinão contra preços dos combustíveis

Meio milhar de profissionais das áreas da extração de materiais, terraplanagem, escavação, movimentação e transporte de terras e inertes participam em protesto

Uma marcha lenta de camionistas e um buzinão na Ponte 25 de Abril, em Lisboa, entre outras ações, estão a decorrer esta sexta-feira como forma de protesto contra o elevado preço dos combustíveis, com os manifestantes a exigirem também a demissão da ministra do Ambiente.

Cerca de quinhentos profissionais dos setores da extração de materiais, terraplanagem, escavação e transporte de terras e inertes participam numa marcha lenta que ameaça condicionar a circulação nas autoestradas A42, A41 e A1. O protesto, que se estende por 146 quilómetros entre Lordelo e Coimbra, está previsto para durar toda a manhã.

Em simultâneo, na Ponte 25 de Abril, decorre um buzinão convocado pela Associação Utentes Ponte 25 de Abril. Segundo Aristides Teixeira, representante da associação, a iniciativa, que começou às 8h00, visa exigir a demissão da ministra do Ambiente, Maria Graça Carvalho, a reposição do teletrabalho nos moldes da pandemia, a suspensão das portagens e a isenção de IVA e ISP sobre os combustíveis.

Manifestantes durante um protesto e uma marcha lenta, promovidos pela Associação Utentes Ponte 25 de Abril - foto RUI MINDERICO/LUSA

Em declarações à agência Lusa, Aristides Teixeira justificou a ação como uma forma de expressar descontentamento. «Este buzinão é uma forma de manifestar a nossa indignação, reprovação, em relação a este recente fenómeno de uma ministra que quando finalmente sai do casulo é para proferir pareceres que são provocatórios e de uma falta de respeito por quem trabalha, estuda e tem de recorrer ao veículo particular para se deslocar porque não têm alternativa com transportes públicos», afirmou.

A iniciar sessão com Google...