Van der Gaag: «Se vamos jogar sem personalidade, vai ser difícil»
Mitchell van der Gaag, treinador do Marítimo, antecipa uma deslocação complicada ao reduto do Vitória de Guimarães para a 9.ª jornada da Liga, que se realiza nesta sexta-feira, no Minho. Na antevisão da partida, o treinador destacou a importância do triunfo (2-1) na Taça de Portugal frente ao Alcochetense, e reconheceu potencial ofensivo e a capacidade de criar oportunidades aos vimaranenses, alertando para o ambiente exigente e a forte pressão inicial irão impor. Van der Gaag sublinhou que a sua equipa terá de exibir muita personalidade em campo.
«Um jogo difícil como sempre. No último [com o Alcochetense] a equipa esteve muito bem. Se olharmos para os resultados da Taça de Portugal, nós levámos o jogo muito a sério. A única coisa que posso apontar à minha equipa é o facto de não termos marcado na primeira parte e de termos sofrido nos últimos nove minutos. A vitória foi importante, porque dão sempre moral e foi também importante para alguns jogadores terem minutos de jogo, para outros regressarem após lesões e para alguns recuperarem o ritmo competitivo. Agora o foco e a concentração estão no jogo com o Vitória de Guimarães. Será, como sempre, difícil, fora de casa, e num ambiente exigente, com o apoio dos seus adeptos. O Vitória de Guimarães está a atravessar uma fase inicial de campeonato menos conseguida, mas ainda é muito cedo para tirar conclusões. Mas nós também vamos em busca dos pontos e temos de lidar com esse ambiente», destacou.
Quanto à postura exigida à sua equipa, vincou: «Também precisamos de conquistar pontos, por isso temos de saber responder à pressão que vamos sentir no estádio. Se analisarmos os jogos do adversário, percebemos que é uma equipa que cria muitas oportunidades. Já vimos isso e sabemos da sua capacidade ofensiva. No entanto, há sempre um contexto a ter em conta e temos de saber lidar com ele, porque toda a gente sabe que, sobretudo no início do jogo, o Vitória de Guimarães vai dar tudo. Temos de estar preparados para essa pressão. Se vamos jogar sem personalidade, vai ser difícil.»
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