Gabri Veiga - Foto: IMAGO
Gabri Veiga - Foto: IMAGO
Adicione A BOLA às suas preferências do Google

Um bis, um enguiço e contas por acertar: os reencontros dos dragões com o Betis

Gabri Veiga tem boas memórias do Betis, ao contrário de Inbeom Hwang, André Silva e Nehuén Pérez, enquanto Froholdt e Samu somaram empates. La Cartuja é palco da memória portista e de reencontros

A deslocação do FC Porto a Sevilha, para defrontar o Betis em jogo a contar para a 2.ª jornada da Liga dos Campeões, encerra um caderno de memórias muito especial no balneário azul e branco. O relvado do Estádio La Cartuja, onde em 2003 os azuis e brancos venceram a sua primeira Taça UEFA, ao derrotar o Celtic no prolongamento (3-2), será o palco de um reencontro particular para os dragões com passado no futebol espanhol.

Entre noites de inspiração, registos meritórios e contas por acertar, Gabri Veiga, André Silva, Samu e Nehuén Pérez, Inbeom Hwang e Froholdt guardam bagagem direta diante do conjunto 'verdiblanco'.

No topo da lista de boas recordações mora Gabri Veiga. O médio espanhol ostenta um histórico francamente favorável frente ao Betis, construído ao serviço do Celta de Vigo: quatro duelos, três vitórias, um desaire e dois golos em 142 minutos em campo.

O momento mais cintilante ocorreu em fevereiro de 2023, quando bisou no triunfo galego por 4-3 em Sevilha, no Estadio Benito Villamarín. A casa do Betis está em obras de remodelação, razão pela qual tem jogado desde a época passada no La Cartuja, também conhecido como Estádio Olímpico de Sevilha.

Antes disso, Gabri Veiga já tinha celebrado nos sucessos por 2-0 (fora, em janeiro de 2022) e 1-0 (em casa, em outubro desse ano). A única espinha encravada remonta à estreia contra os sevilhanos, em maio de 2021, na derrota por 2-3 em Vigo.

André Silva: à quarta será de vez?

Se o camisola 10 do FC Porto guarda sorrisos destes encontros com o Betis, André Silva encara esta visita com a firme intenção de romper com um enguiço incómodo. À quarta será de vez? O avançado português defrontou o Betis em três ocasiões, por outros tantos clubes — Sevilha, Real Sociedad e Elche —, sem nunca marcar nem vencer.

As visitas ao terreno dos sevilhanos resultaram em derrotas azedas: 1-0 no escaldante dérbi andaluz pelo Sevilla, em setembro de 2018, e 2-1 na época passada com o Elche. Pelo meio, em dezembro de 2023, participou no empate sem golos da Real Sociedad, em casa. Enquanto Samu vai ganhando índices físicos, é André Silva que emerge como primeira escolha de Farioli para a posição 9, abrindo-se a janela para o ponta de lança voltar aos golos - a última vez que o fez foi ao Casa Pia na 6.ª jornada.

Num registo imaculado surge o justamente Samu. Ao serviço do Alavés, o ponta de lança mediu forças com o Betis em duas ocasiões e não sabe o que é perder. Em outubro de 2023 entrou aos 77 minutos no empate 1-1 em casa; em fevereiro de 2024 foi titular na visita aos andaluzes e trabalhou duro até aos 89 minutos num nulo muito disputado.

A fechar o lote surgem Nehuén Pérez, Froholdt e Inbeom Hwang, todos com um encontro frente ao Betis, fora de casa e como suplentes utilizados. O central argentino entrou aos 76 minutos na derrota do Granada por 2-1, em maio de 2021, na Liga espanhola. Froholdt somou 19 minutos no empate do Copenhaga (1-1), em outubro de 2024, na Liga Conferência. Já Hwang foi lançado aos 61 minutos na derrota do Feyenoord por 2-1, em janeiro de 2026, na Liga Europa.

A iniciar sessão com Google...