Paulo Fiúza vence 7.ª etapa do Dakar nos camiões

Navegador luso, que acompanha Vaidotas Zala num Iveco, somou oitava vitória entre as suas participações na mítica prova. João Monteiro foi 3.º nos SSV e segue no 4.º lugar, enquanto Hélder Rodrigues Bruno Martins voltaram a ter problemas mecânicos

O navegador português Paulo Fiúza, em camiões, participou, este domingo, na vitória do letão Vaidotas Zala (Iveco) na sétima etapa do rali Dakar de todo-o-terreno, cuja 48.ª edição se disputa até sábado na Arábia Saudita.

Foi o segundo triunfo de um português na edição de 2026, depois de Gonçalo Guerreiro (Polaris) ter ganho a segunda tirada nos SSV, na passada segunda-feira.

A equipa, que conta ainda com o mecânico neerlandês Max Van Grol, bateu o Iveco do checo Ales Loprais por 1.23m, após os 459 km cronometrados entre Riade e Wadi ad-Dawasir.

Com este resultado, Paulo Fiúza, que já conta com oito triunfos no Dakar, subiu ao terceiro lugar da geral, ultrapassando precisamente Loprais, estando a 33.02m do líder neerlandês Mitchel Van Den Brink (NHT).

Na categoria dos SSV, os veículos ligeiros derivados de série, João Monteiro (Can-Am) foi o melhor luso, na terceira posição, a 9s do vencedor da tirada, o argentino González Ferioli (Can-Am).

Gonçalo Guerreiro (Polaris) foi 5.º classificado, a 1.27m, e Alexandre Pinto (Polaris) o 9.º, seguido de João Dias (Polaris), que foi 10.º.

Hélder Rodrigues (Polaris) e Bruno Martins (Polaris) voltaram a ter problemas mecânicos mas conseguiram chegar à assistência.

Na geral, João Monteiro é 4.º, a 45.26m do líder, o americano Brock Heger (Polaris), seguido de Gonçalo Guerreiro, que ocupa a 5.ª posição. João Dias está em 8.º.

Quem também sofreu problemas na caixa de velocidades do carro, a 10 metros da linha de meta, foi Maria Gameiro (Mini) e teve de ser rebocada. Desceu ao 39.º lugar da categoria Ultimate.

Segunda-feira disputa-se a oitava etapa desta 48.ª edição do Dakar, com 481 km cronometrados em redor de Wadi ad-Dawasir. Será a primeira parte de uma especial maratona, em que os concorrentes não terão acesso a assistência externa.