Luka Modric, médio de 41 anos e capitão da Croácia
Luka Modric, médio de 41 anos e capitão da Croácia - Foto: IMAGO
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Modric: «Sou feliz na seleção. Estarei aqui até o selecionador querer»

Médio croata não faz projeções sobre o futuro e diz querer estar no grupo nos momentos difíceis. «Veremos se deixo a seleção dentro de um ano ou de um mês»

Após a pesada derrota com Inglaterra (1-7), Luka Modric assumiu as despesas do momento difícil da Croácia na antevisão do duelo com Espanha e abordou a sua continuidade na seleção.

«Nos momentos difíceis quero estar aqui. O futebol não é só quando acontecem coisas boas. Fico muito feliz sempre que venho aqui. Estou muito orgulhoso. Estarei aqui até o selecionador querer. Não posso dizer nada em relação ao futuro. Vamos jogo a jogo. Veremos se deixo a seleção dentro de um ano ou de um mês. O importante para mim é estar num sítio que me faça feliz. Estou disponível para ajudar a qualquer momento, tanto dentro como fora de campo», garantiu.

O médio de 41 anos explicou ainda que o grupo de trabalho já debateu internamente o desaire recente: «Falámos e seguimos em frente. Temos de conversar e analisar o que nos levou àquela situação. O que falámos ficará entre nós. Amanhã poderemos mostrar uma Croácia diferente para que os adeptos fiquem felizes. Vamos demonstrá-lo.»

Apesar do impacto do resultado, Modric recusou qualquer abatimento: «No futebol, como na vida, há coisas boas e más. Também não há tempo para ficar triste ou desiludido. É preciso levantar e mostrar a força e a grandeza do jogador. Encontrar a Espanha faz com que tenhamos de nos reerguer (...) O problema não é perder, mas sim a forma como se perde. Espero que o público nos apoie como sempre e que, depois do jogo, possa julgar como jogámos. É disso que precisamos, esperamos uma reação positiva porque a nós dói-nos mais do que a ninguém o que aconteceu.»

Quanto a Espanha, deixou elogios: «É a melhor equipa do mundo. São os campeões. Levam não sei quantos jogos sem perder. Não creio que nos vão olhar de cima. O que aconteceu não é algo habitual na nossa equipa, todos sabemos disso. Temos de melhorar a agressividade, a contundência... No jogo anterior não foi apenas um jogador que esteve mal, mas sim toda a equipa. Contra a melhor equipa do mundo temos de retificar tudo, ser agressivos e não conceder demasiado espaço para que procurem soluções.»

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