João Félix: golos e assistências (IMAGO)
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João Félix: o melhor no arranque da era Jesus

Três totalistas (Diogo Costa, Rúben Dias e Renato Veiga), mais dois titularíssimos (Nuno Mendes e João Cancelo) e um a dominar nos pontos

Jorge Jesus utilizou 21 dos 25 convocados para estes quatro jogos da Liga das Nações. Três jogaram os minutos todos (Diogo Costa, Rúben Dias e Renato Veiga) e mais dois (João Cancelo e Nuno Mendes) jogaram sempre de início. Quem foram os melhores? Para os jornalistas de A BOLA o melhor foi João Félix.

Os guarda-redes Rui Silva e Samuel Soares não tiveram qualquer minuto, pois Diogo Costa esteve quase sempre bem e, mesmo que cometesse alguma falha importante, dificilmente sairia da baliza, por ser uma posição que exige máxima estabilidade.

Gonçalo Inácio, tal como no Mundial 2026, não entrou em nenhum dos jogos, enquanto Tomás Araújo jogou apenas o minuto final do Dinamarca-Portugal, a render Bruno Fernandes. Também Fábio Silva não somou minutos. Primeiro, porque havia Cristiano Ronaldo e Gonçalo Ramos; depois, quando CR7 desertou, Jorge Jesus optou pela dupla Gonçalo Ramos-João Félix e, no jogo de Copenhaga, por Bruno Fernandes a atuar no apoio direto a Ramos.

Houve, assim, três totalistas: Diogo Costa, Rúben Dias e Renato Veiga não falharam um único minuto destes quatro jogos. João Cancelo, Nuno Mendes, Rúben Neves, Vitinha, João Félix e Gonçalo Ramos não cumpriram a totalidade dos minutos, mas foram utilizados em todas as partidas.

Com menos de uma hora acumulada de jogo surgem quatro jogadores: Diogo Dalot, Francisco Trincão, Nuno Tavares e, insolitamente, dado o seu peso extraordinário nos últimos dez anos da Seleção Nacional, Bernardo Silva. O agora criativo do Real Madrid entrou apenas em dois encontros: em Oslo jogou três minutos e, no Estádio do Dragão, pouco mais de quatro.

Se olharmos para os minutos de utilização, podemos desenhar um onze-base desta fase inicial do ciclo: Diogo Costa; João Cancelo, Rúben Dias, Renato Veiga e Nuno Mendes; Rúben Neves; Pedro Neto, Vitinha e Bruno Fernandes; João Félix e Gonçalo Ramos.

Se olharmos para os pontos atribuídos pelos jornalistas de A BOLA nestes quatro jogos, confirma-se que João Félix foi mesmo o melhor jogador da Seleção Nacional: 29 pontos em quatro jogos. A seguir, todos com 26, surgem Nuno Mendes e João Cancelo.

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