Haaland quebra o silêncio sobre castigo do Manchester City: «Temos de ficar unidos»
Erling Haaland deixou uma mensagem de união aos adeptos do Manchester City num momento particularmente delicado para o clube, depois de os citizens terem sido considerados culpados das acusações relacionadas com graves violações das regras financeiras da Premier League.
«Temos de ficar juntos, temos de estar uns com os outros e temos de continuar positivos. Não importa o que aconteça na vida, temos sempre de sorrir», afirmou à Sky Sports. «Temos de olhar em frente, tentar ganhar jogos de futebol e desfrutar da situação. Temos de ficar unidos, espalhar o amor uns pelos outros. Por isso, fiquem juntos, desfrutem da viagem e sorriam», acrescentou o jogador, o primeiro do plantel a falar sobre o caso.
Haaland fez questão de sublinhar que a ligação ao Manchester City vai além do papel de jogador. O avançado, filho do antigo jogador do clube Alf-Inge Haaland, diz sentir-se também adepto dos citizens e revelou uma relação especial com a cidade. «Importo-me muito com a cidade, tenho de dizer. Importo-me muito com os adeptos porque também sou um adepto e sinto isto com eles», explicou.
O Manchester City já recorreu da decisão e considera-se «inocente», classificando o julgamento como uma «opinião» com «erros materiais claros» de direito, princípio e facto. A comissão concluiu que, entre 2009/10 e 2017/18, o clube recorreu a contratos considerados fictícios com parceiros comerciais para inflacionar artificialmente as receitas em 978 milhões de euros.
A visita a Anfield para enfrentar o Liverpool, este domingo, surge, assim, num contexto particularmente intenso. Haaland recordou a rivalidade entre City e Liverpool durante as eras de Pep Guardiola e Jurgen Klopp e admitiu que sempre acompanhou com atenção os duelos entre os dois treinadores.
«É sempre especial jogar contra o Liverpool. Especialmente com o Pep e o Klopp. Lembro-me de estar sentado em Salzburgo e Dortmund a ver os jogos, de como eles se pressionavam mutuamente. São sempre jogos especiais», recordou.
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