Comandados de José Mourinho venceram por 4-3 no Olímpico, com três golos na reta final a levarem os 'merengues' à loucura #DAZNChampions
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Gasperini responde a Mourinho: «Fomos superiores em tudo»

Roma sofreu três golos de rajada nos últimos minutos e perdeu com o Real Madrid para a Champions

Após uma reviravolta sofrida nos últimos minutos frente ao Real Madrid, na UEFA Champions League, o treinador da Roma, Gian Piero Gasperini, não escondeu a amargura pelo desfecho da partida e respondeu a José Mourinho, que apontou para o cansaço dos italianos na reta final do encontro.

A formação romana entrou para os últimos 10 minutos a vencer por 3-1, mas acabou por consentir três golos de rajada. Confrontado com as palavras do técnico português, Gasperini rebateu a ideia de desgaste físico da sua equipa.

«Mourinho disse que estávamos cansados? Se alguém não aguentava mais, eram eles. Podíamos ter marcado mais golos, fomos superados em tudo. É evidente que os golos deles de pontapé de canto contam, mas o Real não esteve, de todo, ao nosso nível», disparou o técnico italiano.

Ao dissecar a reta final do encontro, o timoneiro dos giallorossi lamentou a postura defensiva nos lances de bola parada, que custou uma vitória praticamente assegurada.

«Bloqueámos em cima do final do jogo da forma menos previsível. Fomos passivos nos pontapés de canto do Real. Perdemos um jogo que tínhamos comandado de forma notável. Não estávamos a sofrer, mas no final ficámos como que paralisados pela situação. É preciso levar os jogos até ao fim, mesmo quando se tem uma vantagem de dois golos», admitiu, frisando a necessidade de uma análise mental ao sucedido: «Agora temos de recomeçar a partir desses 80 minutos. Eles colocaram jogadores frescos e velozes, mas temos de olhar para a forma como jogámos contra o Real e também corrigir os aspetos negativos.»

Gasperini aproveitou ainda para defender as substituições efetuadas ao longo do desafio, justificando-as com os problemas físicos sentidos pela equipa.

«As substituições? Faria tudo de novo. É claro que quando há baixas na defesa não há outra opção», salientou, antes de fazer o ponto de situação relativamente à condição clínica do plantel: «O Koné teve um estiramento e teremos de avaliar com exames. O Dybala apresentou queixas musculares, enquanto os outros jogadores que tive de retirar tiveram apenas pequenos toques.»

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