Artur Jorge: «Um ponto é manifestamente pouco...»
Artur Jorge, treinador do SC Braga (Atlantico Press/IMAGO)

Artur Jorge: «Um ponto é manifestamente pouco...»

NACIONAL31.01.202423:41

Treinador do SC Braga lamenta a falta de eficácia face às oportunidades criadas

Questionado sobre o que falhou hoje para que o SC Braga não conseguisse vencer o Chaves, o treinador dos bracarenses, Artur Jorge, respondeu assim na flash interview da Sport TV: «Porque faltou-nos eficácia. Tivemos uma atitude competitiva bastante boa, não posso apontar nada aos jogadores, podemos lamentar os últimos quinze minutos da primeira parte em que não estivemos iguais a nós próprios. Foi um jogo de sentido único, criámos inúmeras oportunidades e só marcámos um golo. Um ponto é manifestamente pouco para o que queríamos e merecíamos pelo que fizemos.»

Após a conquista da Taça da Liga e depois deste jogo em que a equipa permitiu poucas vezes o Desp. Chaves chegar à baliza e acabou com um empate, esvazia-se algo?

«Não esvazia nada, tendo em conta que somámos, é muito pouco, e assumimos isso, no entanto, dizer que a equipa procurou de todas as maneiras chegar à vantagem e a mais golos. Não posso avaliar o desempenho, criticar ou julgar o trabalho do SC Braga, isso não é discutível. Estamos todos tristes com o que foi o resultado, mas não com o que foi o empenho. Tivemos abordagem muito séria, um início muito forte, o golo só nos dava vantagem de conforto, depois sofremos de bola parada, ficou mais difícil com toda a gente na área do Chaves, mas trabalhámos para outro resultado», respondeu. 

Quanto à falta de soluções no banco, face às ausências de Simon Banza e Sikou Niakaté, ambos no CAN, aos castigos de João Moutinho e Vítor Carvalho e às lesões de Bruma e Adrián Marin, o treinador dos arsenalistas recusou-se a escudar nisso: «Já tive oportunidade de falar sobre isso. Depois de um empate, que nos sabe a derrota, não falarei sobre as condicionantes do banco, isso não é desculpa, não utilizarei esse argumento para o que quer que seja, os jogadores disponíveis deram tudo o que estava ao seu alcance.»