Victor Andersson assinou pelos vimaranenses um contrato válido por quatro anos - Foto: Vitória SC
Victor Andersson assinou pelos vimaranenses um contrato válido por quatro anos - Foto: Vitória SC

Mercado oficial: Vitória de Guimarães apresenta jovem promessa da Suécia

Victor Andersson, ex-AIK, é conquistador até junho de 2030. Extremo junta-se no imediato ao plantel comandado por Tiago Margarido. «É um grande passo na minha carreira», sublinha

Agora é oficial: Victor Andersson é o mais recente reforço do Vitória de Guimarães, tendo assinado um contrato válido até junho de 2030 com os conquistadores.

O jovem extremo sueco chega ao D. Afonso Henriques proveniente do AIK, pelo qual se estreou na equipa principal em 2022, com apenas 17 anos.

Agora com 21 anos, o promissor atacante, que cumpriu 45 jogos pelo emblema de Estocolmo, muda-se para Portugal e de imediato ao plantel vitoriano, às ordens de Tiago Margarido, que vai preparando a receção ao Nacional, da 3.ª jornada da Liga, agendada para domingo (15h30).

O novo número 19 dos minhotos, internacional sub-21 pela Suécia, é filho de mãe brasileira, sendo que já ensaiou o português nas primeiras declarações como reforço dos vimaranenses, prometendo «dar tudo» nesta nova etapa da carreira.

«É um grande passo na minha carreira, continuar na Europa e jogar em Portugal num clube bonito. É o passo perfeito para mim. Vai ser muito divertido», frisou Andersson aos meios do clube.

«Sei que o Vitória tem grandes adeptos, um estádio muito bonito e uma academia fantástica. Estou muito entusiasmado para jogar em frente aos adeptos», acrescentou o jovem dianteiro, antes de traçar comparações entre o futebol luso e o sueco: «Acho que há mais foco na técnica em Portugal e é um futebol mais de posse do que na Suécia. Estou entusiasmado pelo desafio.»

Com o objetivo de «ajudar ao máximo a equipa e contribuir com pontos, assistências e golos», o extremo nórdico, que admite estar «encantado» com as novas camisolas do Vitória, revelou que já conhecia algumas palavras portuguesas, embora admita, em tom de brincadeira, que a mãe «não vai ficar feliz» se as disser. «Acho que vou aprender rápido e vou finalmente aprender português, que é a língua da minha mãe», realçou.

Artigo atualizado às 20h36

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