«Depois de abrir o melão é que vemos se é bom ou mau»
Rui Borges refletiu sobre os vários resultados negativos do Sporting nos primeiros meses da temporada, na conferência de imprensa de antevisão à receção ao Académico de Viseu. O treinador dos leões frisou que «são histórias todas diferentes».
O comandante verde e branco justificou as decisões tomadas com metáfora... curiosa: «O único jogo em que claramente não estivemos à nossa altura foi na segunda parte contra o Vitória, foi má. No Estrela perdemos na fase final a energia, no Arouca foi jogo totalmente diferente depois de ficarmos com 10. poderíamos ter feito outras coisas, mas depois de abrir o melão é que vemos se é bom ou mau. Às vezes tomo decisões, umas são boas, outras são más, o futebol é bonito nisso.»
«No momento tomei as decisões que achava melhor. São jogos com histórias totalmente diferentes. O Famalicão é um momento, o Estrela são momentos individuais. A única equipa que nos criou algum perigo e nos encostou foi o Vitória na segunda parte e o Arouca quando estávamos com dez», frisou.
Rui Borges justificou ainda a falta de energia dos leões na reta final de algumas partidas com alguma «falta de maturidade». «Sinto e consigo perceber quando estão no máximo deles, o corpo às vezes não responde. Às vezes falta maturidade para sermos mais espertos e inteligentes e conseguirmos quebrar essa falta de energia ou excesso de passes falhados. Respirar um bocadinho e voltar outra vez. Não é justificação, a culpa é sempre do mister. Podemos fazer coisas melhores e aprendemos todos os dias, vamo-nos conhecendo cada vez mais e melhor», frisou.
«O nosso propósito é fazer o melhor, ganhar e tirar o máximo rendimento dos jogadores», garantiu.