Amorim: «Não podemos sofrer um golo de canto. Deitámos fora dois pontos»
Ruben Amorim não escondeu a frustração após o empate diante do Sassuolo, lamentando a incapacidade do Milan de segurar a vantagem que teve na partida.
«Quando não vencemos nunca estamos satisfeitos. É preciso melhorar muitas coisas; queríamos marcar, embora tenhamos reagido bem a muitas transições deles. Merecíamos a vantagem, mas depois do golo tínhamos de ter gerido melhor o jogo, ter mais posse de bola e travar a reação do adversário. Não nos podemos dar ao luxo de sofrer um golo de pontapé de canto», começou por analisar.
«É evidente que não podemos ficar satisfeitos quando deitamos fora dois pontos desta forma. Tínhamos de continuar a fazer o que estávamos a fazer até ao golo. Vinte minutos a querer controlar o jogo, a procurar as combinações certas; por vezes é uma questão de mentalidade. Estamos a trabalhar a construção, mas é preciso fazer melhor nas combinações no último terço do terreno», defendeu.
Questionado sobre a estrutura tática, desvalorizou: «A três ou a quatro atrás? No fundo são os mesmos jogadores, que podem rodar. Hoje [este domingo] era necessário empurrar ainda mais para a frente e foi por isso que começámos com uma linha de quatro.»
A fechar, o treinador português abordou a situação física de Gabbia, que saiu lesionado da partida: «Ainda não sei a verdadeira extensão da lesão. Ele é um jogador fundamental para o grupo e é algo que custa só de ver.»
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