Bélgica
0 - 1
33'
Senegal

Siga o Bélgica vs Senegal em direto

Mundial 1/16 Final Lumen Field
Bélgica Bélgica
0 - 1
33'
Senegal Senegal
PATROCINADO POR Betclic
25' Mouhamadou Diarra
Bélgica-Senegal: Diabos vermelhos ou Leões de Teranga, siga aqui
Mais um jogo dos 16 avos de final do Mundial. Vencedor defrontará Bósnia ou Estados Unidos

Já se joga outra vez.

Pausa para hidratação.

25' Golo
Mouhamadou Diarra 0 - 1

G O O O O O O L O - Senegal marca golo!

Jogada de envolvimento dos africanos, com a bola a chegar a Sadio Mané na esquerda. O cruzamento é desviado de cabeça por Ismaila Sarr para o poste mais distante. A bola bate no ferro e sobra para Habib Diarra, que emendou para a baliza.

18'

Gana Gweye, de ressaca, para as mãos de Courtois.

13'

Ismaila Sarr falha o 1-0, depois de defesa incompleta de Courtois. Acerta no poste e na recarga, já no chão, nas malhas laterais.

8'

Primeiro remate. Trossard à figura de Thiaw.

O Senegal tenta dominar nestes minutos iniciais.

1'
Pontapé de Saída

A seleção senegalesa apresenta hoje um futebol muito mais ambicioso. O selecionador Pape Thiaw abandonou o pragmatismo defensivo do passado. O técnico exige agora que os seus médios corram mais riscos no último terço do terreno. A liderança do central Moussa Niakhaté no setor recuado dá total liberdade para que os jovens talentos se expressem no ataque. A velocidade e o poder físico continuam a ser as grandes imagens de marca desta seleção.

O grande trunfo do selecionador Pape Thiaw continua a ser a alma e a velocidade do seu ataque. Aos 34 anos de idade, o veterano Sadio Mané encara este torneio como a sua grande despedida internacional. O avançado do Al-Nassr comanda uma linha ofensiva que se transfigurou por completo na última jornada da fase de grupos. O festival ofensivo diante dos iraquianos contou com o brilhantismo de Ismaïla Sarr e a eficácia de Pape Gueye, que saltou do banco para bisar em poucos minutos.

Os problemas do Senegal não se esgotaram dentro das quatro linhas. Na véspera do jogo decisivo, a seleção viveu um autêntico caos nos bastidores. Foram reportados prémios em atraso, crises graves com a alimentação e fortes tensões contratuais. O ambiente tenso motivou até protestos de adeptos à porta do hotel da comitiva. Havia quem temesse uma saída precoce e humilhante do torneio. Contudo, a resposta surgiu em Toronto com uma goleada expressiva por 5-0 diante do Iraque. O triunfo garantiu o apuramento milagroso como um dos melhores terceiros classificados.

Já a presença do Senegal nos 16 avos é um verdadeiro triunfo da resiliência sobre a desorganização. A seleção africana carimbou a passagem à fase a eliminar no limite das suas forças. A campanha no Grupo I começou da pior maneira com duas derrotas consecutivas. O desaire frente à França por 3-1 na estreia abalou a confiança do grupo. O cenário complicou-se ainda mais no segundo jogo perante a Noruega. Os leões de Teranga lutaram imenso, mas acabaram derrotados por um tangencial 3-2.

A grande pecha da Bélgica tem residido na constante irregularidade. No entanto, o último jogo trouxe elogios unânimes à profundidade do grupo. Os suplentes mostraram serviço imediato. As entradas de Romelu Lukaku e de Alexis Saelemaekers na segunda parte renderam mais dois golos ao cair do pano. O poder de fogo a partir do banco surge agora como a principal arma para os jogos a eliminar.

A resposta de orgulho surgiu no momento mais crítico. No fecho da fase de grupos, a Bélgica precisava de vencer e convencer frente à Nova Zelândia. Os diabos vermelhos assinaram uma exibição demolidora e venceram por uns expressivos 5-1. Leandro Trossard esteve em noite inspirada e bisou na partida. Kevin De Bruyne também inscreveu o seu nome na lista de marcadores. O triunfo categórico limpou a imagem pálida dos primeiros jogos e carimbou a passagem à próxima fase.

O cenário agravou-se na segunda jornada do Grupo G frente ao Irão, em Los Angeles. O nulo final não refletiu o sofrimento da equipa europeia. A Bélgica assinou uma exibição cinzenta e muito intermitente, e o guarda-redes Thibaut Courtois teve de aplicar-se a fundo para evitar o pior. A expulsão do jovem defesa Nathan Ngoy complicou ainda mais a tarefa belga. O central viu o cartão vermelho direto após derrubar o avançado Mehdi Taremi. As críticas na imprensa dispararam face à aparente incapacidade coletiva de uma equipa recheada de estrelas.

A caminhada da Bélgica neste Mundial de 2026 tem sido uma autêntica montanha-russa de emoções. A seleção liderada em campo pelo veterano Kevin De Bruyne começou o torneio sob um manto de desconfiança. Os fantasmas do passado recente pareciam regressar logo na estreia em Seattle. O empate a uma bola frente ao Egito expôs debilidades na transição defensiva. Os belgas adiantaram-se cedo no marcador. Contudo, permitiram a igualdade na segunda parte. Revelaram também uma clara falta de criatividade para desfazer o nó defensivo dos egípcios.

O Senegal é uma equipa de qualidade, que em no ataque três argumentos de peso: Iliman Ndaiye, Ismaila Sarr e Sadio Mane.

SENEGAL — Diaw; Diatta, Ciss, Niakhate e Jakobs, I Gueye, Diarra e P Gueye; Ndiaye, Sarr e Mane

Rudi García mantém o onze que goleou a Nova Zelândia por 5-1. Isso significa que Lukaku continua no banco e De Ketelaere é o falso 9.

BÉLGICA — Courtois; Castagne, Mechele, Theate e De Cuyper; Tielemans, Vanaken e De Bruyne; Trossard, De Ketelaere e Doku

Vamos aos onzes oficiais.

O encontro realiza-se em Seattle, Estados Unidos, e será arbitrado pelo hondurenho Said Martínez.

O vencedor defronta nos oitavos de final quem levar a melhor nos Estados Unidos-Bósnia.

Boa tarde. Às 21 horas, arranca o Bélgica-Senegal e vai poder seguir a partida aqui.

A iniciar sessão com Google...