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Já se joga outra vez.
Pausa para hidratação.
G O O O O O O L O - Senegal marca golo!
Jogada de envolvimento dos africanos, com a bola a chegar a Sadio Mané na esquerda. O cruzamento é desviado de cabeça por Ismaila Sarr para o poste mais distante. A bola bate no ferro e sobra para Habib Diarra, que emendou para a baliza.
Gana Gweye, de ressaca, para as mãos de Courtois.
Ismaila Sarr falha o 1-0, depois de defesa incompleta de Courtois. Acerta no poste e na recarga, já no chão, nas malhas laterais.
Primeiro remate. Trossard à figura de Thiaw.
O Senegal tenta dominar nestes minutos iniciais.
— Football Senegal (@FootballSenegal) July 1, 2026
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Les vestiaires sont prêt 🇸🇳 pic.twitter.com/7PMYYbhWUz
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A seleção senegalesa apresenta hoje um futebol muito mais ambicioso. O selecionador Pape Thiaw abandonou o pragmatismo defensivo do passado. O técnico exige agora que os seus médios corram mais riscos no último terço do terreno. A liderança do central Moussa Niakhaté no setor recuado dá total liberdade para que os jovens talentos se expressem no ataque. A velocidade e o poder físico continuam a ser as grandes imagens de marca desta seleção.
O grande trunfo do selecionador Pape Thiaw continua a ser a alma e a velocidade do seu ataque. Aos 34 anos de idade, o veterano Sadio Mané encara este torneio como a sua grande despedida internacional. O avançado do Al-Nassr comanda uma linha ofensiva que se transfigurou por completo na última jornada da fase de grupos. O festival ofensivo diante dos iraquianos contou com o brilhantismo de Ismaïla Sarr e a eficácia de Pape Gueye, que saltou do banco para bisar em poucos minutos.
Os problemas do Senegal não se esgotaram dentro das quatro linhas. Na véspera do jogo decisivo, a seleção viveu um autêntico caos nos bastidores. Foram reportados prémios em atraso, crises graves com a alimentação e fortes tensões contratuais. O ambiente tenso motivou até protestos de adeptos à porta do hotel da comitiva. Havia quem temesse uma saída precoce e humilhante do torneio. Contudo, a resposta surgiu em Toronto com uma goleada expressiva por 5-0 diante do Iraque. O triunfo garantiu o apuramento milagroso como um dos melhores terceiros classificados.
Já a presença do Senegal nos 16 avos é um verdadeiro triunfo da resiliência sobre a desorganização. A seleção africana carimbou a passagem à fase a eliminar no limite das suas forças. A campanha no Grupo I começou da pior maneira com duas derrotas consecutivas. O desaire frente à França por 3-1 na estreia abalou a confiança do grupo. O cenário complicou-se ainda mais no segundo jogo perante a Noruega. Os leões de Teranga lutaram imenso, mas acabaram derrotados por um tangencial 3-2.
A grande pecha da Bélgica tem residido na constante irregularidade. No entanto, o último jogo trouxe elogios unânimes à profundidade do grupo. Os suplentes mostraram serviço imediato. As entradas de Romelu Lukaku e de Alexis Saelemaekers na segunda parte renderam mais dois golos ao cair do pano. O poder de fogo a partir do banco surge agora como a principal arma para os jogos a eliminar.
A resposta de orgulho surgiu no momento mais crítico. No fecho da fase de grupos, a Bélgica precisava de vencer e convencer frente à Nova Zelândia. Os diabos vermelhos assinaram uma exibição demolidora e venceram por uns expressivos 5-1. Leandro Trossard esteve em noite inspirada e bisou na partida. Kevin De Bruyne também inscreveu o seu nome na lista de marcadores. O triunfo categórico limpou a imagem pálida dos primeiros jogos e carimbou a passagem à próxima fase.
O cenário agravou-se na segunda jornada do Grupo G frente ao Irão, em Los Angeles. O nulo final não refletiu o sofrimento da equipa europeia. A Bélgica assinou uma exibição cinzenta e muito intermitente, e o guarda-redes Thibaut Courtois teve de aplicar-se a fundo para evitar o pior. A expulsão do jovem defesa Nathan Ngoy complicou ainda mais a tarefa belga. O central viu o cartão vermelho direto após derrubar o avançado Mehdi Taremi. As críticas na imprensa dispararam face à aparente incapacidade coletiva de uma equipa recheada de estrelas.
A caminhada da Bélgica neste Mundial de 2026 tem sido uma autêntica montanha-russa de emoções. A seleção liderada em campo pelo veterano Kevin De Bruyne começou o torneio sob um manto de desconfiança. Os fantasmas do passado recente pareciam regressar logo na estreia em Seattle. O empate a uma bola frente ao Egito expôs debilidades na transição defensiva. Os belgas adiantaram-se cedo no marcador. Contudo, permitiram a igualdade na segunda parte. Revelaram também uma clara falta de criatividade para desfazer o nó defensivo dos egípcios.
O Senegal é uma equipa de qualidade, que em no ataque três argumentos de peso: Iliman Ndaiye, Ismaila Sarr e Sadio Mane.
SENEGAL — Diaw; Diatta, Ciss, Niakhate e Jakobs, I Gueye, Diarra e P Gueye; Ndiaye, Sarr e Mane
Rudi García mantém o onze que goleou a Nova Zelândia por 5-1. Isso significa que Lukaku continua no banco e De Ketelaere é o falso 9.
BÉLGICA — Courtois; Castagne, Mechele, Theate e De Cuyper; Tielemans, Vanaken e De Bruyne; Trossard, De Ketelaere e Doku
Onze de départ pic.twitter.com/2ytopSL9Ho
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🚨🇧🇪 LA COMPOSITION DES DIABLES EST TOMBÉE !
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Aucun changement par rapport à la victoire face à la Nouvelle-Zelande ❌
Voici les 11 Diables qui tenteront d’aller chercher la qualification face au Sénégal 🇸🇳👇
💬 Vous validez ce XI ? pic.twitter.com/qRAnJ7WVZY
Vamos aos onzes oficiais.
O encontro realiza-se em Seattle, Estados Unidos, e será arbitrado pelo hondurenho Said Martínez.
O vencedor defronta nos oitavos de final quem levar a melhor nos Estados Unidos-Bósnia.
Boa tarde. Às 21 horas, arranca o Bélgica-Senegal e vai poder seguir a partida aqui.
