Igor Tudor, técnico do Marselha, derrotado na noite deste sábado (1-2) em Lille, na 36.ª jornada da Ligue 1, recusou confirmar que, como antes do duelo transpirou, deixou de fora, por opção tática, na deslocação ao campo da equipa orientada por Paulo Fonseca, quer o francês Dimitri Payet, quer o português Nuno Tavares, por alegada ‘falta de empenho’.

«Se lamento ter deixado Dimitri Payet e Nuno Tavares [este alegadamente, segundo o L’Equipe, por ‘falta de empenho’ em Marselha? Já respondi a essa questão antes do jogo, não volto ao tema», afirmou o técnico croata dos marselheses, que desperdiçaram a hipótese de ultrapassar o Lens no segundo lugar da classificação da Ligue 1, o que teriam conseguido caso tivessem vendido em Lille.

Quanto ao sentimento do balneário da equipa onde ainda lançou o avançado internacional português Vitinha (ex-SC Braga) para o jogo deste sábado, aos 71’ (rendeu Kaboré), Igor Tudor encolheu os braços.

«Estamos tristes, pois queríamos ganhar. Tivemos oportunidades para o conseguir, o Lille também: marcaram mais um golo do que nós, venceram. É uma desilusão. Mas o jogo foi bem interessante, viu-se que o Lille preparou bem o jogo. No balanço final, temos de aceitar o resultado», conformou-se Igor Tudor.

O técnico croata viu a formação do Lille, orientada por Paulo Fonseca, e com o médio André Gomes, ex-Benfica, a titular (substituído por Cabella aos 67’) – e com Tiago Djaló e José Fonte de fora, por lesão – virar de uma desvantagem de 0-1 para vencer por 2-1 e ficar a apenas dois pontos do quarto classificado da Ligue 1, o Mónaco.

«Não dizemos adeus em definitivo à hipótese do segundo lugar [dá entrada direta na Champions 2023/24, o terceiro classificado vai às pré-eliminatórias]. Enquanto for possível, vamos tentar. De qualquer forma, penso que foi uma época positiva da equipa», concluiu Tudor, citado pelo diário desportivo francês, no final do jogo deste sábado.

Próximo artigo

A iniciar sessão com Google...