Serena Williams imortalizada em Barbie inspirada no Open da Austrália de 2005
Serena Williams foi homenageada com a sua própria boneca Barbie, inspirada no emblemático equipamento que envergou na conquista do Open da Austrália de 2005. O lançamento surge no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Rapariga.
Com um custo de 45 dólares (cerca de 40 euros), o modelo reproduz fielmente a indumentária utilizada pela antiga número um mundial na sua caminhada vitoriosa em Melbourne: uma camisola verde e branca com recortes singulares e detalhes em rede, combinada com uma saia branca. A figura inclui ainda fita para o cabelo a condizer, sapatilhas de ténis, raqueta e bola.
«Ao celebrarmos o Dia Internacional da Rapariga, a Barbie tem o orgulho de homenagear Serena Williams. A Barbie sempre inspirou as raparigas a acreditar que podem ser tudo, desde o estádio desportivo à passerelle de moda e à sala de reuniões. Serena Williams personifica essa mensagem através das suas extraordinárias conquistas como atleta, empresária e defensora da igualdade. Ao homenageá-la com uma boneca Barbie Signature, estamos a celebrar um ícone que quebrou barreiras e cujo legado capacita os fãs em todo o lado a sonharem alto e a aproveitarem o seu próprio potencial», afirmou Nathan Baynard, vice-presidente e líder da Barbie na Mattel.
Em declarações ao programa Today, a tenista de 45 anos recordou o significado especial do triunfo em Melbourne, onde salvou match points nas meias-finais frente a Maria Sharapova (2-6, 7-5 e 8-6) antes de superar Lindsay Davenport na final (2-6, 6-3 e 6-0): «Aquele Grand Slam significou muito para mim, fui capaz de recuperar de muitas desvantagens, e mesmo na final desse encontro estava muito em desvantagem», recordou Serena. «Mas, de alguma forma, consegui nunca desistir. Por isso, quando estou a brincar com as minhas filhas, quero sempre ensinar-lhes a nunca desistirem. Quando pensámos em diferentes equipamentos, andámos para trás e para a frente, e aquele continuava a destacar-se. As cores eram verdadeiramente fantásticas e achámos que contava uma história muito boa.»