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Argentina-Áustria: o ET volta à Terra e o recorde pode vir abaixo
Lionel Messi parte para o encontro com os mesmos 16 golos em fases finais do que Miroslav Klose. É a segunda jornada do Grupo J e o triunfo garante apuramento para os 16 avos de final.
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No jogo com a Argélia, Rodrigo De Paul destacou-se como o motor e o líder emocional da equipa de Lionel Scaloni. Apesar das dúvidas levantadas pela crítica devido à sua transferência para o Inter Miami, na MLS, o médio demonstrou uma entrega incansável, solidez defensiva e uma visão de jogo apurada, tendo feito a assistência para o primeiro golo da partida. Tanto o selecionador argentino como os restantes companheiros de equipa reiteraram a total confiança no jogador, sublinhando que o seu rendimento o torna insubstituível. Os dados estatísticos da FIFA confirmam o papel crucial de De Paul, que correu mais de dez quilómetros e foi o futebolista que mais vezes se disponibilizou para receber a bola, registando uma eficácia de passe de 91%. Além do impacto tático, a sua simbiose com Messi revelou-se determinante, sendo o resultado de um exigente plano de preparação física suplementar que ambos cumpriram em Miami antes do torneio. Focada em revalidar o título, esta dupla continua a ser a engrenagem principal da Albiceleste na procura de nova glória mundial.

Já o técnico argentino, Lionel Scaloni, fez apenas, como previsto, uma mudança na equipa: entra Nahuel Molina na lateral direita no lugar de Gonzalo Montiel devido a um estiramento muscular deste último.

Stefan Posch sofreu uma fratura no maxilar diante da Jordânia, mas o lateral será titular novamente hoje, pela Áustria, usando uma proteção. Mas há mudanças em relação ao jogo contra a Jordânia, já que Kevin Danso, Paul Wanner e Michael Gregoritsch são hoje titulares.

Suplentes ÁUSTRIA — Florian Wiegele e Patrick Pentz; David Affengruber, Phillip Lienhart, Phillip Mwene, Marco Friedl, Marco Svoboda, Florian Grillitsch, Craney Chukwuemeka, Dejan Ljubicic, Alexander Prass, Alessandro Schopf, Marco Arnautovic, Sasa Kalajdzic e Patrick Wimmer

Suplentes ARGENTINA — Musso e Rulli; Marcos Senesi, Tagliafico, Gonzalo Montiel, Leandro Paredes, Valentin Barco, Julián Álvarez, Lo Celso, Exequiel Palacios, Nico González, Giuliano Simeone, Nico Paz, Otamendi, Flaco López

No entanto, não excluam já a Áustria de todas estas contas. É uma equipa bastante vertical e perigosa.

A Argélia será eliminada se perder com a Jordânia e a Áustria evitar a derrota contra a Argentina; a Jordânia sofrerá o mesmo destino se perder em São Francisco e a Argentina evitar a derrota com a Áustria.

Ou seja, há boas probabilidades de haver um Argentina-Cabo Verde nos 16 avos de final do Campeonato do Mundo.

Após o hat-trick de Lionel Messi contra a Argélia, a Argentina se classificará como líder do Grupo J e avançará para enfrentar o segundo colocado do Grupo H em Miami, no dia 3 de julho, caso vença a Áustria e a Jordânia não derrote a Argélia.

Os comandados de Ralf Rangnick têm o mesmo incentivo pela frente. A Áustria terminará na liderança do grupo se superar a Albiceleste e a Argélia não vencer a Jordânia.

ÁUSTRIA — Alexander Schlager; Posch, Danso, Alaba e Laimer; Xaver Schlager e Seiwlad; Romano Schmid, Paul Wanner e Sabitzer; Gregoritsch

ARGENTINA — Dibu Martínez; Molina, Romero, Lisandro Martínez e Medina; De Paul, Mac Allister, Enzo Fernández e Thiago Almada; Messi e Lautaro Martínez

Vamos aos onzes!!

A Argentina surge neste Mundial com a base de há quatro anos, ainda que Lautaro reúna para já as preferências no ataque sobre Julián Álvarez. Messi, Enzo, Mac Allister e De Paul já eram titulares no Qatar, tal como Romero e Dibu Martínez.

A Áustria é liderada por Ralf Rangnick, que muitos conhecem por ter sido recentemente treinador interino do Manchester United. Na realidade, é muito mais do que isso, estando ligado historicamente ao crescimento e afirmação do futebol vertical germânico, sendo um dos pioneiros ao leme de equipas como o Ulm, Estugarda, Hannover, Schalke e Hoffenheim, ainda que nem sempre com os resultados esperados. Foi como diretor desportivo, ao lado de Roger Schmidt, que influenciou a verticalização do futebol austríaco, criando o molde no Salzburgo.

Há precisamente 40 anos, Diego Maradona protagonizou, no México, dois momentos inesquecíveis diante da Inglaterra. Primeiro, enganou Peter Shilton ao assinar com o punho fechado a 'Mão de Deus', deopois passou adversários e o guarda-redes britânico antes de rematar aquele que ficou conhecido pelo 'Golo do Século'. Anjo e demónio, simplesmente Diego!

Está é uma possível seleção da Áustria: Alexander Schlager; Stefan Posch, Philipp Lienhart, David Alaba e Phillipp Mwene; Nicolas Seiwald e Xaver Schalger; Roman Schmid, Konrad Laimer e Marcel Sabitzer; Marko Arnautovic

Espera-se que Lionel Scaloni faça alinhar o seguinte onze: Emiliano Martínez; Molina, Romero, Lisandro Martínez, Medina; De Paul, Enzo Fernández, Mac Allister, Thiago Almada; Messi e Lautaro Martínez

Lionel Messi tem 16 golos marcados em cinco fases finais. Se hoje faturar ultrapassa em definitivo o alemão Miroslav Klose na lista dos melhores marcadores em Campeonatos do Mundo.

A equipa que vencer qualifica-se desde já para os 16 avos do Mundial.

Argentina e Áustria lideram precisamente o Grupo J, com três pontos. Um hat-trick de Messi bastou à seleção das Pampas para passar a Argélia, enquanto a Áustria bateu a Jordânia por 3-1.

Amin Mohamed Omar foi o árbitro nomeado para a partida. O egípcio recebeu as insígnias da FIFA em 2017.

Omar fez sua estreia como árbitro na Premier League Egípcia em 2013. Em 2019, foi selecionado para apitar a Copa do Mundo FIFA Sub-17 de 2019, no Brasil.

Boa tarde! O primeiro jogo desta segunda-feira é o Argentina-Áustria, a contar para a segunda jornada do Grupo J. A BOLA vai trazer-lhe todas as informações desde Dallas.

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