TERÇA-FEIRA, 31-05-2016, ANO 17, N.º 5967
Júlio César é o jogador no ativo com mais títulos
O jornal britânico Daily Mail divulgou um ranking dos jogadores no ativo com mais títulos conquistados, colocando o atual guarda-redes do Benfica na primeira posição.
Luisão sente-se privilegiado com aula de Mourinho
Benfica O defesa brasileiro do Benfica esteve na aula ministrada por José Mourinho na Faculdade de Motricidade Humana, no âmbito da pós-graduação em treino de futebol de alto rendimento. «É uma aprendizage
Luisão
31-05-2016 - 15:32
Montero recorda conquista da Taça de Portugal
Sporting A 31 de maio de 2015, há precisamente um ano, os leões voltariam a vencer a Taça de Portugal, sete anos depois da última conquista deste troféu. Fredy Montero, hoje nos chineses do Tianjin Teda, fez q
Nápoles tem acordo com Herrera
FC Porto Segundo noticia o «site» italiano sportmediaset, o Nápoles chegou a acordo no que diz respeito aos termos de contrato com Hector Herrera. Falta agora definir a transferência com o FC Porto. De acor
Gilistas aguardam notificação sobre o ‘caso Mateus’
Gil Vicente O Gil Vicente só hoje deverá ser notificado da decisão do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa (TACL), que deu razão ao clube no chamado caso Mateus. O acórdão entendeu declarar nula a pena de
«Benfica? Vamos ver o que se vai passar» - André Horta
Vitória de Setúbal Depois de ajudar a Seleção Nacional de sub-20 a subir ao pódio no Torneio de Toulon, André Horta não esconde a ambição de dar o salto, mas escusou-se a falar sobre a transferência para o Benfica. «
André Horta
31-05-2016 - 10:50
Pepa à procura de um número 10
Moreirense Atendendo às dificuldades encontradas pelo Moreirense para convencer Vítor Gomes a prolongar a ligação ao clube-, o treinador Pepa está já à procura de um novo número 10. A BOLA revela que o jogador e
Filipe Anunciação vai manter-se na equipa técnica
Paços de Ferreira A composição da equipa técnica do Paços de Ferreira ainda não está definida, mas A BOLA noticia que Filipe Anunciação deve manter-se como adjunto e encorpar o grupo de trabalho chefiado por Carlos Pin
Estágio de novo em Fornos de Algodres
Belenenses A BOLA noticia que o plantel do Belenenses vai apresentar-se para a nova época a 1 de julho, sendo que Fornos de Algodres, tal como no ano passado, volta a ser o local escolhido para o estágio.
Wakaso e Del Valle cobiçados
Rio Ave Segundo pode ler esta terça-feira em A BOLA, Wakaso (24 anos), uma das figuras da campanha que conduziu os vila-condenses a mais uma qualificação para as competições europeias, tem uma respeitável lis
«Gostava de ter regressado ao FC Porto, mas esse sonho já passou» – Ricardo Carvalho
FC Porto O defesa-central Ricardo Carvalho admitiu que realmente tinha o sonho de voltar ao FC Porto, mas como nunca existiu o convite acabou por seguir com a sua carreira no Mónaco. «Gostava muito que isso
A UEFA nem as medalhas entregou, uma a uma...
Do Passado para o Presente Cristiano Ronaldo conseguiu em San Siro o que nunca nenhum português conseguiu: três vitórias na Taça dos Campeões. 51 anos antes, em San Siro também o mesmo poderiam ter conseguido Mário Coluna, José Augusto, Cávem, Germano, Cruz e Costa Pereira. Aliás, Costa Pereira viveu, por lá, a noite mais dramática da sua vida – e regressou a Lisboa numa cadeira de rodas. A razão, contamo-la aqui – e, por entre outras coisas mais (do futebol e não só…) também lhe contamos o que Eusébio já era antes e depois dessa final com o Inter de Milão, uma final tão «vergonhosa» que o presidente da UEFA nem sequer teve coragem para entregar, uma a uma, as medalhas aos jogadores do Benfica, atirou-as, de escantilhão, para as mãos de Coluna… O Benfica ganhara a Taça dos Campeões Europeus ao Barcelona e ao Real Madrid e Béla Guttmann despediu-se usando blague que atirara ao ar quando Salazar condecorou os seus jogadores: - Agora como é que vou mandar em 14 comendattoris? Não, a razão principal não foi essa. Recebia 400 contos por ano, foi para o Peñarol receber 72 por mês. Ao partir largou frase que haveria de tornar-se a sua famosa maldição: - Sem mim, o Benfica não ganhará mais nenhuma Taça dos Campeões e nos próximos 100 anos nenhuma equipa portuguesa será bicampeão europeu… Para o lugar de Guttmann entrou o chileno que acabara de levar o Chile ao 3º lugar no Mundial. Com ele o Benfica voltou à final da Taça dos Campeões, perdeu-a com o AC Milan – e dois anos depois, em 1965, nova final, novo sinal da maldição de Guttmann. AO SPORTING GUTTMANN DISSE NÃO, AO BENFICA ATÉ VOLTAVA SE... No Peñarol, Béla Guttmann perdera a Taça Intercontinental para o Santos de Pelé – e como as coisas não lhe correram como imaginara, despediu-se, meteu um ano de sabatina para descanso em Viena. O Sporting desafiou-o para seu treinador, a resposta saiu-lhe lesto do coração: - Não, não poderia estar num clube que jogasse todos os domingos em luta direta contra o Benfica. Não, não bastou que Lajos Czeizler ganhasse o campeonato de 1964/65 e lhe juntasse a Taça de Portugal – para continuar treinador do Benfica. O seu destino ficara marcado por um desconcerto, o fiasco europeu: na segunda eliminatória da Taça dos Campeões, bateu na Luz o Borússia por 2-1 (na noite incrível em que os benfiquistas tiveram seis bolas nos postes…) e, da segunda mão, saíram humilhados pelos 5-0 de Dortmund… Foi o bastante para que no Benfica se voltasse a pensar no sebastiânico regresso de Guttmann – e, dessa vez, a sua resposta de coração foi: - … sim, claro! mas pouco sentimental não foi o preço que lhe colocou: 100 mil dólares de luvas — que eram, então, quase 2000 contos —, casa de luxo inteiramente mobilada num dos locais mais chiques de Lisboa, automóvel com motorista, férias pagas na Áustria e um ordenado de pelo menos 500 contos por ano, livres de impostos. E, vá lá, uma condescendência: o prémio pela conquista da Taça dos Campeões Europeus mantinha-se igual ao de 1962: 500 contos. (500 contos davam, então, para comprar cinco automóveis Morris 850 que andavam na berra, com a publicidade feita por modelos em calções curtos, como se fossem jogadoras de futebol – e os moralistas e as moralistas achavam que era um escândalos mostrarem-se assim as pernas ao léu…) Adolfo Vieira de Brito, que sucedera a Fezas Vital, como presidente do Benfica fez contas à vida, respondeu-lhe que assim não era possível, que era «treinador muito caro» - e contratou Elek Schwartz para a época de 1964/65. «SE O BENFICA CHEGASSE A SITUAÇÃO DE RUÍNA...» Meses depois Béla Guttmann veio passar o Natal de 1964 em Lisboa. Alojou-se no Hotel Tivoli – e, em A Bola, comentou arrasador a tese do «treinador muito caro»: - Em face dos resultados, o que eu sou é o treinador mais barato do Mundo. Basta ver a escrita do Benfica: quando lá cheguei o clube recebia 2500 dólares por desafio, depois passou a receber 30 mil. E, por ter ganho o Campeonato Nacional, no Benfica recebi apenas 150 contos de prémio. Czeizler, depois, ganhou 250 contos e estava instalado num hotel em que o Benfica gastava oito contos por mês... Sinceramente, se o Benfica chegasse a uma situação de ruína financeira era capaz de treinar sem levar um tostão. Mas como o Benfica está ganhando muito dinheiro com o futebol... Eu só queria comer uma parte justa... Estaria a comer o que cozinhei... Porque fui eu que cozinhei o Benfica europeu, de que, depois, vieram outros comer. Eu ganhei o primeiro campeonato europeu com jogadores como Neto, Saraiva, Serra, Artur, Mário João... E agora que squadra tem o Benfica? Só Serafim ficou mais caro que todas as outras aquisições feitas no meu tempo, o Eusébio, o Torres, o Germano, o José Augusto. Deram 1000 contos por ele e não tem sequer jogado. Mas eu é que sou ou seria um treinador muito caro, não é?! SOB O SIGNO DO 5, O MOMENTO SUBLIME DE EUSÉBIO (PARTE 1) A Taça dos Campeões abriu-se no Luxemburgo com 5-1 ao Aris Bonnevoie – na noite em que José Torres marcou quatro golos (o outro foi de Eusébio). 5-1 voltou a ser o resultado na Luz. Seguiu-se o La Chauux-des-Fonds, da Suíça saíram os benfiquistas com 1-1 – e se o caminho para a final de São Siro se fez de dois momentos sublimes, um deles foi na segunda mão, a 9 de Dezembro de 1964. Sim, o resultado: 5-0 é um pormenor, o que aconteceu ao minuto 52 não - foi António Simões quem o descreveu assim em Sport Europa e Benfica, livro de Luís Miguel Pereira sobre as grandes noites europeias do Benfica: - Aquele golo do Eusébio! Quando o vejo a fazer aquilo com a bola vejo a figura do Pelé no Eusébio e a figura do Eusébio no Pelé. As imagens misturam-se. Se transformar esse golo em música ponho os auscultadores e fico à noite a ouvir aquela faixa vezes sem conta, sem nunca me cansar. É um bailado, com música refinada, obra de arte. Tudo o que o Eusébio faz nesse golo é sincronizado: a capacidade técnica, a velocidade, a potência do remate... É o golo mais atractivo da sua carreira. Claro, também lá está, emocionada, a memória do autor da obra-prima: - Apareceram os dois centrais. Ameacei e o primeiro protegeu a cara, ameacei outra vez e o segundo protegeu a cara. Depois rematei sem a bola cair. Toda a gente festejava à minha volta. Quando olhei para o lado vi o guarda-redes a bater palmas, a correr para mim para me felicitar por aquilo. Graças a Deus não foi a primeira nem a última vez que isso aconteceu......
Estilos e Espantos Fez o que Naide Gomes fizera, pode tornar-se uma das maiores estrelas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Sim, foi através heptatlo que a holandesa Dafne Schippers começou a deixar o mundo a seus pés - e só num pormenor foi diferente de Naide: Naide largou as provas combinadas para se centrar no salto em comprimento, Dafne largou as provas combinadas para se centrar na velocidade e foi tal a vertigem da revolução que, no ano passado, nos Mundiais de Pequim, não se limitou a bater um dos mais míticos recordes europeus: os 21,71 segundos que Marita Koch conseguira em 1979 e que em 1986 Keike Dreschler (tal como Marita, um dos mais fabulosos produtos da RDA...) igualara. Claro: são sobretudo esses 21,63 segundos que fazem de Dafne Schippers o que Dafne Schippers é: uma das «mulheres do momento» no atletismo - e deixam no ar a dúvidas: será que, no Rio, a versão feminina de Usain Bolt será ela? Para já, fique a saber como é que tudo começou, como é que ela chegou onde chegou... É natural: vendo Dafne Schippers tornar-se campeã do Mundo de 200 metros em Pequim (nos 100 foi por uma unha negra apenas que não bateu Shelly-Ann Fraser, a bicampeã olímpica e mundial...), jamaicanas e americanas ficaram com o coração nas mãos. E mais ainda porque só três meses antes decidira que a sua aposta era a velocidade e não o heptatlo. Aliás, Dafne não o esconde: vai ao Rio com uma ideia inabalável: «sair de lá campeã olímpica». Grande dúvida? Saber-se se só de lá sairá com a medalha de ouro nos 200 metros - ou se sairá de lá também mais próxima (ou melhor...) do que a mulher que nos Jogos Olímpicos de 1988 foi para além da humanidade, a Florence Griffith-Joyner, recordista mundial de 200 metros com 21,34 segundos (e de 100 com 10,49 segundos...) A caminho de Seul, Flo-Jo, apareceu melhor do que nunca - com a alma transfigurada e o corpo transformado, musculada e poderosa. Ninguém lhe conseguia ficar indiferente. Nem nas corridas perdia o ar da sua graça – unhas muito compridas e pintadas e, ainda, não tinha complexos em envergar equipamentos extravagantes. Após alguns altos e baixos na sua carreira, que a fizeram, inclusivamente, abandonar temporariamente o atletismo, Griffith-Joyner regressara às pistas incentivada por Bob Kersee e motivada, entretanto, pelo seu casamento, em 1987, com o campeão olímpico do triplo salto, Al Joyner. Em Seul, Florence correu os 200 metros em 21,34 segundos, ganhou quatro medalha de ouro. Insinuou-se que poderia estar dopada, nenhum controlo a apanhou - e se morreu cedo, de um ataque de epilepsia, pelo menos a autópsia fez justiça à lenda, deixou claro que a causa da morte nada teve a ver com produtos proibidos que possa ter tomado (ou não). É quase sempre assim: as suspeitas também correm, agora, em torno de Dafne Schippers. Sobretudo por ter a cara como tem, marcada pelo acne... ...
Do Passado para o Presente Se José Mourinho vai ganhar 15 milhões de euros por ano só em salários no Manchester United só os vai ganhar porque aos primeiros anos do século XX um cão com uma lata de esmolas ao pescoço fugiu do dono e entrou no pub de um homem que enriquecera a fabricar cerveja. Não, não é só essa a história impressionante que aqui se conta – também se fala de como o novo clube do Special One nasceu de ferroviários fartos de bebedeiras e combates de boxe entre os trilhos dos comboios e de como um Mourinho antes de Mourinho chegou a Old Trafford, o estádio que a aviação nazi destruiu e quando sonhava tornar-se campeão europeu mais de metade dela morreu na queda de um avião, salvou-se e acabou por ganhar a Taça dos Campeões ao Benfica. E não, não é tudo… Filho de dois analfabetos, George Stephenson formou-se engenheiro – e aos 25 anos criou uma máquina a vapor que ajudasse ao transporte de carvão na mina de Wylan onde trabalhava, arrastando vagões sobre carris. Tirou a ideia de fora da mina, desenvolveu a máquina, chamou-lhe Locomotion - e em setembro de 1925, com ele próprio a conduzir a sua Locomotion, transportou 80 quilómetros de carvão entre Darlington e Stockton-on-Tees, demorando duas horas a percorrer os 15 quilómetros de linha férrea que criava entre um ponto e outro. Foi uma revolução. Não tardou, criou carruagens para transporte de passageiros – e 15 de setembro de 1830 abriu-se a linha que ligava Liverpool a Manchester. A locomotiva que puxava o comboio era muito mais potente do que as demais – e por isso Stephenson pôs-lhe nome óbvio: Rocket. Foi tal a euforia que causou que William Huskisson, membro do parlamento eleito por Liverpool, ao vê-la arrancar desatou a correr a seu lado, tropeçou, caiu – e foi a primeira vítima mortal de um comboio… O CLUBE DOS FERROVIÁRIOS CANSADOS DO BOXE (E NÃO SÓ…) Criou-se a Manchester & Leeds Railway para explorar a linha – que montou o terminal ferroviário de Manchester montou-se em Newton Heath. À sua beira ergueram-se oficinas para construção de locomotivas, vagões e carruagens – e, nos seus primeiros tempos, nos intervalos do trabalho ou davam-se à bebida ou atiravam-se a combates de boxe sobre os rails que montavam. Algures por 1878 alguns desses operários da Lancashire & Yorkshire Railway (LYR), cansados das bebedeiras e dos socos, acharam que talvez fosse mais sedutor divertirem-se com o futebol que já era moda em colégios e universidades, pedindo, para isso, aos seus patrões, ajuda para criarem clube que o jogasse. Fundaram-no como Newton Heath LYR – e fez tal furor que, formado por maquinistas, surgiu-lhe rival imediato – o Newton Heath Locomotive. Não tardou, os jogos deixaram de ser apenas entre as várias secções da empresa. O seu primeiro desafio foi em novembro de 1880 – contra as reservas do Bolton Wanders. O Newton Heath LYK jogou com camisolas verdes e douradas, as cores da empresa – e perdeu por 6-0. Quatro anos depois, aventurou-se à disputa da Lancashire Cup – e ficou-se pela primeira ronda, batido pelo Blackburn por 7-2. Melhor foi o que sudeceu na Manchester Challenge Cup: chegou à final, perdeu-a por 3-0 com o Hurst. A FILHA DO SACERDOTE FEZ O MESMO NO OUTRO LADO DA CIDADE… Anna Connell era filha de um sacerdote – e algures por 1880 fundara na igreja do pai uma associação para ajudar pobres. Depois, para dar uma luz aos rapazes de West Gordon, juntou-se a dois trabalhadores da fábrica de ferro – e criou no seu seio uma equipa de futebol. O seu primeiro nome era o nome da igreja: St. Marks. Sete anos depois, para ter campo, mudou-se para Ardwick e passou a ser Ardwick Association Football Club. (E em 1894 passou a ser o que é hoje, o Manchester City Football Club…) Em 1888 o Newton Heath LYK decidiu deixar de ser apenas clube de trabalhadores de uma empresa ferroviária, deixou cair o LYR, passou a ser o Newton Heath Football Club – e aderiu à Football Alliance, o embrião da Football League. Por lhe terem retirado o Lancaster & Yorkshire Railway do nome, os donos da companhias lançaram de pronto o aviso: - Assim, não damos nem mais um cêntimo para o Newton Heath… e foi o que aconteceu. ...

classificações

Liga
Liga 2
34. ª jornada
classificação
46. ª jornada
classificação
14-05
FC Porto
11:45
Boavista
Sport TV1
14-05
Arouca
18:00
V. Guimarães
14-05
Belenenses
19:30
Estoril
Sport TV1
14-05
V. Setúbal
19:30
P. Ferreira
Sport TV2
14-05
Tondela
19:30
Académica
Sport TV4
14-05
União
19:30
Rio Ave
Sport TV3
15-05
Moreirense
15:00
Marítimo
15-05
Benfica
17:00
Nacional
BTV1
15-05
SC Braga
17:00
Sporting
Sport TV1
13-05
V. Guimarães B
20:00
Porto B
14-05
Atlético
15:00
Oriental
14-05
Aves
15:00
Mafra
14-05
Benfica B
15:00
Freamunde
BTV1
14-05
Chaves
15:00
Feirense
Sport TV1
14-05
Gil Vicente
15:00
Farense
14-05
Oliveirense
15:00
Leixões
14-05
Varzim
15:00
Portimonense
Sport TV2
14-05
Académico
15:00
Covilhã
14-05
Penafiel
16:00
Famalicão
14-05
Braga B
16:00
Sporting B
14-05
Olhanense
16:00
Santa Clara
J
V
E
D
G
P
1
Benfica
34
29
1
4
88-22
88
2
Sporting
34
27
5
2
79-21
86
3
FC Porto
34
23
4
7
67-30
73
4
SC Braga
34
16
10
8
54-35
58
5
Arouca
34
13
15
6
47-38
54
6
Rio Ave
34
14
8
12
44-44
50
7
P. Ferreira
34
13
10
11
43-42
49
8
Estoril
34
13
8
13
40-41
47
9
Belenenses
34
10
11
13
44-66
41
10
V. Guimarães
34
9
13
12
45-53
40
11
Nacional
34
10
8
16
40-56
38
12
Moreirense
34
9
9
16
38-54
36
13
Marítimo
34
10
5
19
45-63
35
14
Boavista
34
8
9
17
24-41
33
15
V. Setúbal
34
6
12
16
40-61
30
16
Tondela
34
8
6
20
34-54
30
17
União
34
7
8
19
27-50
29
18
Académica
34
5
10
19
32-60
25

Ver classificação detalhada
J
V
E
D
G
P
1
Porto B
46
26
8
12
84-52
86
2
Chaves
46
21
18
7
60-39
81
3
Feirense
46
21
15
10
55-38
78
4
Portimonense
46
20
18
8
57-45
78
5
Freamunde
46
20
14
12
52-36
74
6
Famalicão
46
18
18
10
64-51
72
7
Olhanense
46
19
12
15
42-39
69
8
Aves
46
19
10
17
58-48
67
9
Varzim
46
17
14
15
51-48
65
10
Sporting B
46
18
11
17
61-59
65
11
Gil Vicente
46
16
14
16
58-56
62
12
Penafiel
46
13
22
11
49-46
61
13
V. Guimarães B
46
16
12
18
60-67
60
14
Covilhã
46
13
19
14
45-48
58
15
Braga B
46
15
12
19
47-54
57
16
Santa Clara
46
15
12
19
49-52
57
17
Académico
46
13
17
16
46-60
56
18
Leixões
46
14
13
19
45-56
55
19
Benfica B
46
15
10
21
58-64
55
20
Farense
46
15
11
20
49-56
54
21
Mafra
46
12
18
16
37-40
54
22
Atlético
46
12
15
19
49-56
51
23
Oriental
46
9
14
23
47-67
41
24
Oliveirense
46
6
11
29
42-89
29

Ver classificação detalhada