Jogaço com seis golos na terceira jornada da fase de liga da Champions. Não faltou a classe de Lamine Yamal e Vitinha. PSG, que também contou com João Neves, soma nove pontos em três jogos na Champions, assumindo-se como um dos grandes candidatos a (voltar a) vencer a competição. Cancelo titular no Barcelona, que perdeu pela primeira vez esta época #DAZNChampions

Flick: «Em outubro não se ganham títulos, a Champions decide-se em junho»

Treinador do Barcelona analisou primeiro desaire da temporada aos pés do PSG

Apesar da derrota - a primeira da época -, do Barcelona frente ao PSG por 2-4, Hansi Flick fez questão de retirar ilações positivas do encontro da terceira jornada da fase de liga da UEFA Champions League. O treinador alemão admitiu as dificuldades sentidas pela formação blaugrana perante o poderio ofensivo do conjunto orientado por Luis Enrique, mas recusou qualquer cenário de dramatismo relativamente ao resultado.

«Foi um grande teste para nós e hoje vimos em que aspetos temos de melhorar. Também vi coisas boas. Em outubro não se ganham títulos, a Champions decide-se em junho», vincou o treinador em conferência de imprensa, garantindo manter uma perspetiva construtiva: «Há que analisar o jogo, mas vi coisas muito boas e aspetos que devemos potenciar. Não quero ser negativo, sou positivo. Foi uma boa experiência.»

Para Hansi Flick, o desgaste físico acumulado foi um dos fatores determinantes para os erros e as perdas de bola, agravado pelo regresso tardio após a partida frente ao Sevilha devido às condições meteorológicas. «Temos de entender que se cometem erros quando não se está fresco. Não estávamos frescos», apontou o técnico, ressalvando, contudo, a entrega do plantel: «As últimas semanas foram incríveis e aprecio a mentalidade e atitude dos meus jogadores. Passou-se o que se passou depois de Sevilha, regressámos mais tarde e não tivemos a recuperação necessária. Mas não serve de desculpa, é para compreender por que razão não estivemos ao nível de topo.»

No capítulo defensivo, o treinador reconheceu fragilidades, em particular na contenção das transições parisienses e na reta final da partida: «Creio que nos últimos minutos, após o 3-2, a equipa foi-se um pouco abaixo.» Por outro lado, destacou o contributo do guarda-redes Joan García perante as investidas contrárias: «O PSG teve muitas ocasiões e o Joan esteve fantástico.» Já no ataque, Flick pediu «mais calma, melhor posicionamento e ligação entre setores», lamentando as oportunidades desperdiçadas que poderiam ter alterado o desfecho.

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