Viva Portugal! (artigo de Manuel Sérgio, 150)

Ética no Desporto 11-07-2016 16:05
Por Manuel Sérgio
Considerando os críticos, os jornalistas desportivos uma choldra de plumitivos, sem miolos, nem originalidade, foi moda, a partir do “Maio de 68” dizer-se, escrever-se, proclamar-se que o desporto, designadamente o futebol, era o ópio do povo. E pode ser, de facto. Mas nem sempre é. E são muitos os exemplos onde o desporto de alto rendimento, incluindo nele o futebol profissional, se pratica em aliança íntima com a filosofia moral. Ocorre-me agora o Friedrich Nietzsche (1844-1900) que empreendeu uma crítica feroz à moral, nos seus livros: Sobre a Genealogia da Moral, Para além do bem e do mal e Crepúsculo dos deuses. Procurou ele fulminar a moral, alegando que o homem, sob o domínio da moral cristã, se enfraquece, tornando-se doentio e culpado. Nietzsche contrapõe o pensamento socrático-platónico, que se norteava pelo princípio de que nada sabia, e a religião cristã, que aponta, como exemplo, um homem diminuído, enfraquecido, crucificado, à “moral dos senhores” que atropelam, vencem, dominam, com desdém, com desprezo pelos mais fracos, sem que tudo isto lhes avive um sentimento de culpa. Para este filósofo, a “moral dos escravos” nega e oprime os valores da vida, em busca de um repouso, de uma ascese, que afinal não passam de turbação e desânimo, diante de qualquer assomo de competição e de luta.

A “moral dos escravos” (a moral socrática e cristã) transforma os fortes em fracos, os alegres em tristes, os ousados em tímidos. Se me é permitido discordar de Nietzsche, acrescento não me parecer que, em Jesus Cristo, que deu a vida pelas suas ideias, não temendo a morte mais ignominiosa, se descubra um pouco que seja de uma noturna e improfundável cobardia. Hoje, glorioso e endeusado, o Nietzsche é, para muitos intelectuais, um autor de grande atualidade. No entanto, que o nazismo se aproveitou das suas ideías também não deverá esquecer-se. Mas, porque não quero deitar-me e uma critica sardónica, de todo malévola... adiante!

Volto ao tema deste artigo: “O futebol: ópio do povo?”. Assim como se diz (e eu repito): o futebol não é violento, tem violência – o futebol (refiro-me ao futebol profissional) só adormece as pessoas a uma prática política livre e libertadora, se se encontrar estruturado, gerido, socialmente implantado numa sociedade onde a autoridade não é democrática, a liberdade não significa autonomia e a igualdade depende dos imperativos do poder. E, neste caso, o futebol é um ópio, porque toda a sociedade o é. No futebol, como nas restantes modalidades desportivas, na “sociedade de bem estar”, no primado da economia social, cooperação e competição completam-se e o futebol, como a sociedade no seu todo, pode integrar um novo retrato da solidariedade. Num horizonte de justiça e dignidade, o futebol, que apaixona e movimenta multidões, cabe inteiramente. Baldear chocarrices sobre os árbitros, ou quaisquer outros “agentes do futebol”; manifestar desdém pela ética desportiva, fomentar o “doping”, a violência, a corrupção – por tudo isto, só por caprichosa fantasia pode culpar-se o futebol. No sistema de economia mundializada, que nos governa, cuja lógica exclusiva de funcionamento se resume à maximização dos lucros dos capitais investidos, ou seja, orientado estruturalmente para a acumulação ilimitada do capital, em detrimento do social, do educacional e do ecológico, não se estranhe que muita gente precise de um jogo de futebol, ou de um campeonato de futebol, para esquecer, ou sublimar, as frustrações que lhe ocasiona o progressivo agravamento das desigualdades sócio-económicas. A extensão e a intensidade da pobreza e da exclusão social não traz consigo tão-só necessidades prementes de pecúnia, mas também, entre outras coisas, um desporto que não se perfila como resposta inovadora a uma globalização mais humana e solidária. Mas não culpemos o futebol. É o espetáculo preferido de muitos milhões de pessoas! No brilho inautêntico do futebol as causas são humanas, humanas tão-só. Não há futebol, há pessoas que jogam futebol.

Foram 300 milhões os espectadores que seguiram, pela TV, o jogo França-Portugal, do Euro2016. Cristiano Ronaldo tem mais de 100 milhões de fãs, no facebook. Os povos fazem dos futebolistas das seleções nacionais os seus heróis preferidos. Por seu turno, os mass media pautam o seu trabalho por “médias de gosto” e as transmissões de jogos de futebol e os programas respeitantes ao futebol (mesmo com algum facciosismo clubista) são os de maior audiência. Repito o que já tenho escrito inúmeras vezes: o espetáculo desportivo, designadamente o futebol, é o fenómeno cultural de maior magia, no mundo contemporâneo. Umberto Eco assinala que os mass media tendem a favorecer o gosto existente, “sem promoverem renovações de sensibilidade (…). Homologando o que já foi assimilado, desempenham funções de pura conservação”. E ainda: “Os mass media, introduzidos num circuito comercial, são submetidos à lei da oferta e da procura. Portanto, só dão ao público o que ele quer ou, o que é pior, seguindo as leis de uma economia baseada no consumo e sustentada pela ação persuasiva da publicidade, sugerem ao público o que ele deve desejar. Mesmo quando difundem os produtos da cultura superior, difundem-nos nivelados e condensados de modo a não provocarem nenhum esforço no fruidor, o pensamento é resumido em fórmulas, os produtos da arte são compilados em antologias e transmitidos em pequenas doses (…). Os mass media encorajam pois uma visão passiva e acrítica do mundo. É desencorajado o esforço pessoal, para possuir uma nova experiência”. E assoalha assim tudo o que escreveu, a este propósito: “Feitos para o entretenimento e para os tempos livres, são estudados para empenharem apenas o nível superficial da nossa atenção (Umberto Eco, Apocalípticos e Integrados, Relógio D`Água, Lisboa, 2015, pp. 55/56).
No entanto, quem dedicar apenas o nível superficial da sua atenção à observação e estudo do Euro2016, não compreenderá nunca o comportamento da nossa seleção nacional de futebol. Quedar-se-á, uma vez mais, pelo 4x4x2, ou pelo 4x3x3, ou pelo 4x2x3x1. E a coragem e a disciplina e a solidariedade e o patriotismo, que os nossos jogadores mostraram viver, antes do mais, instruídos pela liderança do seu treinador e sua equipa técnica - liderança jamais exercida na prepotência, na arbitrariedade, na obediência injustificada? Das indústrias portuguesas, o futebol português é, hoje, a melhor da Europa. A Federação Portuguesa de Futebol, presidida pela clareza, desassombro e lucidez do Dr. Fernando Gomes, merece, por isso e antes de ninguém, uma saudação respeitosa e calorosa. O presidente da F.P.F. já soube criar os consensos necessários acerca dos horizontes comuns de desenvolvimento do futebol português. E os resultados, porque os clubes acreditaram, nas propostas apresentadas por Fernando Gomes, vêm surgindo com uma evidência invulgar e que o espetáculo deslumbrante da nossa participação no Euro2016 pode atestar e resumir. Ao engenheiro Fernando Santos e sua equipa técnica (onde incluo os técnicos de saúde), aos jogadores, capitaneados por Cristiano Ronaldo, a todos reitero os meus sinceros agradecimentos, pelo fulgor da sua participação no Europeu que vem de findar, em Paris. Aos nossos emigrantes, com um apego comovente às raízes do chão nativo, que acompanharam fielmente (religiosamente?) a nossa seleção - aos nossos emigrantes agradeço-lhes uma lição inesquecível, que me deram até aos confins da alma e que deram, pela televisão, até aos confins do mundo: eles são Portugal também! O futebol: ópio do povo? O Euro2016, como eu o vi, teve muito de generoso, heróico e devotado. A nossa seleção abriu, com toda a certeza, uma fenda enorme, nas águas paradas da nossa estagnação económica, social, política. Que seja esta a grande lição a colher da grande vitória de Portugal, no Europeu. E que por ela gritemos, de alma em festa: Viva Portugal!
Termino, com um abraço especial ao engenheiro Fernando Santos: afinal, vale a pena ter fé!

Manuel Sérgio é professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana e Provedor para a Ética no Desporto
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