Vinte anos de história ininterrupta na I Divisão podem acabar numa descida inglória caso o Paço de Arcos não consiga a manutenção por via do torneio preliminar destinado a fechar a temporada interrompida pela pandemia.
Formar uma equipa para a liguilla de setembro e recuperar da quebra de mais de 90 por cento nos rendimentos do clube desde o encerramento de portas, a 13 de março, são metas da Direção, que já não conseguiu pagar os meses de abril e maio aos jogadores.
À quebra inesperada de receita de «mais de 90 por cento», junta-se o dissabor provocado pela decisão da federação de obrigar o 12.º classificado à data do cancelamento da época, a um ponto da manutenção, a discutir torneio com equipas da II Divisão para fechar a tabela.
«Se estava em perfeita sintonia com as outras federações, contrariou-as nesse aspeto. Sempre estivemos acima da linha de água, mas o Paço de Arcos tinha a particularidade de defrontar os candidatos ao título no início de cada volta antes de equilibrar. O mais justo teria sido considerar a classificação da I Volta ou anular o campeonato», diz a A BOLA o presidente do clube, Marco Afonso.
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