Na sessão de tomada de posse realizada na sede federativa, no Porto, Vicente Araújo, 68 anos, recém-eleito presidente da Federação Portuguesa de Voleibol, após interregno de quatro anos ditado por limite de mandatos,admitiu que o mandato para o quadriénio 2020/2024 «será exigente», mas acredita ser possível «criar bases para que o voleibol continue a crescer».«Esta crise não tem precedentes e é bem pior da de 2008, que teve reflexos económicos até 2012, pois também é desportiva. Com a crise económica, nós podíamos trabalhar para a ultrapassar. Hoje, não. Temos uma crise que nosimpede de trabalhar», disse o presidente do organismo, admitindo ter a crise reflexos aos mais variados níveis na modalidade, como a perda de patrocínios, falta de competição e de provas, com toda a carga negativa que tal comporta, defendendo o rápido regresso dos jovens ao desporto.