«O jogo com a Hungria vai ser uma guerra estupenda outra vez»

Portugal 21-01-2020 18:07
Por Redação

O selecionador Paulo Pereira admitiu que a formação lusa perdeu controlo do jogo na segunda parte do duelo desta terça-feira frente à Eslovénia (24-29), mas garantiu que o jogo desta quarta-feira contra a Hungria será «uma gerra estupenda».

 

«À medida que vai avançado a competição, vamos encontrando equipas cada vez mais fortes, que põem mais a nu as dificuldades que temos. Perdemos o controlo do jogo na segunda parte», lamentou o técnico da seleção lusa, em conferência de imprensa, na Suécia.

 

«Se calhar estou arrependido de jogar 'sete contra seis'. Achámos que era o momento ideal, mas hoje não funcionou. O 'sete contra seis' não é a solução para todos os males. Ainda por cima com exclusões. Foi o momento em que tivemos mais exclusões, algumas por culpa nossa», considerou Paulo Pereira.

 

«Na primeira parte, fizemos um jogo de altíssimo nível e tenho orgulho pela forma como lutámos com uma equipa que pode vir a ganhar o campeonato», salientou, acrescentando: «Temos de continuar a aprender, porque não conseguimos manter o foco no essencial durante mais tempo. Só o fizemos durante 30 minutos.»

 

«Não vou ficar triste, porque o que fizemos aqui foi muito grande. Perdemos por cinco golos com a Eslovénia, mas estivemos a lutar durante 50 minutos. Se isto fosse futebol, a equipa com menos experiência, mais fraca, num lance tipo Éder pode ganhar. No andebol não é possível. A equipa teoricamente mais forte é difícil de bater», explicou.

 

«Ficámos um pouco tristes, porque criámos uma expectativa e ambição nos outros e em nós próprios. Fica esse amargo na boca, mas não fico triste. Amanhã [quarta-feira], temos outro jogo e pode ser importante e vamos lutar outra vez», prometeu o técnico.

 

«Amanhã [quarta-feira], vai ser uma guerra estupenda outra vez. Do que depender de nós vamos tentar manter-nos focados mais tempo do que estivemos hoje. À medida que vamos avançando instala-se também a fadiga mental. Estamos a obrigar-nos a fazer coisas que, provavelmente, ainda não estamos preparados para fazer», considerou Paulo Pereira, que admite que o objetivo agora é «ficar nos sete primeiros».

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