Desde que foi detido em Barcelona, no passado dia 20, sob acusação de agressão sexual, Daniel Alves apresentou três versões diferentes sobre os acontecimentos da noite de 30 dezembro numa discoteca da cidade.
Disse, primeiro, que não conhecia a vítima; posteriormente retificou e assumiu que a conheceu nessa noite; e, por fim, confessou que teve relações sexuais com ela, mas que foram consensuais.
«Estava em estado de choque», começou por dizer Cristóbal Martell, novo advogado do antigo internacional brasileiro, explicando depois que este tentou, inicialmente, «ocultar a infidelidade à mulher», Joana Sanz.
Entretanto, Daniel Alves continua em prisão preventiva na Brians 2, instalações penitenciárias situadas a norte de Barcelona, onde tem como companheiro de cela um compatriota com ligações a outro ex-futebolista. Segundo o jornal El Periódico, trata-se de Coutinho, antigo guarda-costas de Ronaldinho, e que se encontra igualmente preso por violação.