Polémica no kickboxing: a reação da Federação de Desportos de Combate

Mais Desporto 24.11.2022 14:44
Por Redação

Na sequência da polémica que tem marcado o kickboxing em Portugal (ver notícias associadas), a Federação de Desportos de Combate (FNKDA) reagiu ao comunicado desta manhã da Federação Portuguesa de Kickboxing e Muaythai a propósito de decisão do TAS.


O comunicado:


1 – O processo no CAS foi colocado pela FPKMT por ter sido expulsa pela WAKO por problemas com o conceito de democracia e estatutos em desacordo com os da WAKO e com a carta olímpica.


2 – Depois de expulsa pelas razões enunciadas, a FPKMT recorreu para a arbitragem da WAKO e perdeu; recorreu em seguida para o CAS e perdeu novamente.


3- O Comunicado da FPKMT, federação financiada pelo estado, é enganoso e tenta manipular a verdade: perdeu o processo e tem de indemnizar a WAKO.


4- A FNKDA é a única federação filiada na Federação que rege o kickboxing Mundial e que pertence ao COI (Comite Olimpico Internacional). 


5- A FPKMT é assinante de uma empresa privada chamada ISKA e que de forma irresponsável assume que é uma Federação Internacional, enganando assim o Estado e os seus atletas. 


6- A FPKMT participou recentemente numa prova de Kendo, na Turquia, em que além de haver várias seleções do mesmo país, teve até a participação de países não reconhecidos. Esta prova, que é de outra modalidade, foi comunicada em Portugal como um Mundial de Kickboxing, o que nao é verdade.


7- A FNKDA está a fazer o seu caminho e a mostrar às instâncias nacionais e internacionais que em Portugal existe uma federação que está filiada numa empresa privada que diz ser uma federação internacional e com isso arrasta dezenas de atletas para provas sem controlo, sem regras e colocando-os em riscos incalculáveis. 


8- A tentativa de ocultação da verdadeira decisão do CAS mostra desespero e uma tentativa de fugir às suas responsabilidades que deveriam ter sido acatadas logo que foram expulsos da filiação da WAKO: perder a governança do kickboxing em Portugal e com isso a utilidade publica desportiva que detêm uma vez que já não cumprem os pressupostos para o fazer, nomeadamente o reconhecimento da Federação Internacional que rege o Kickboxing, que é a WAKO.


O presidente interino, João Diogo


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