God of War Ragnarök invade o Marquês de Pombal (fotos)

Videojogos 09.11.2022 17:49
Por Redação

A Sony lançou, esta quarta-feira, em exclusivo na Playstation 4 e na Playstation 5, a nova aventura épica de God of War Ragnarök. Neste novo capítulo desta «franchise» vamos continuar a história de Kratos e Atreus pela mitologia nórdica. O jogo já está disponível na Playstation Store e nos pontos de venda habituais.


Todos os ‘gamers’ podem comprar entre três edições:


Versão standard para a PS4;


Versão standard para a PS5


Edição Digital Deluxe (PS4 e PS5), que traz o seguinte:


God of War Ragnarök PS4 e PS5

Armadura de Valenegro

Vestes de Valenegro (cosmético)

Cabo de machado de Valenegro

Punhos de lâminas de Valenegro

Livro de ilustrações da Dark Horse

Banda sonora oficial — formato digital

Conjunto de avatares PSN para PS4/PS5



Para festejar este dia especial para os videojogos, a Sony criou uma iniciativa especial na estação de metro do Marquês de Pombal. As carruagens foram decoradas com visuais dos reinos de Midgard, Muspelheim, Svartalfheim, Niflheim. Alguns mapas do metro de Lisboa também foram redesenhados e estarão expostos no local de forma a aumentar o nível de imersão de quem por ali passar no universo do jogo.


Não foi apenas em Lisboa que esta iniciativa aconteceu, estações em Nova Iorque, Rio de Janeiro, Toronto, Atenas, Zagreb, Paris, Banguecoque e Auckland, entre outras, também sofreram alterações. De salientar que a estação do Marquês de Pombal foi a que sofreu a maior transformação e tem o maior número de reinos de God of War.



Os reinos em questão são os seguintes:


Midgard: Midgard foi em tempos o reino dos humanos e dos mortais, mas agora está infestado de toda a espécie de criaturas e monstros. O templo de Týr está no centro do Lago dos Nove, onde Jörmungandr, a grandiosa Serpente do Mundo, repousa. Midgard é também o lar de Kratos e de Atreus — assim como o de Freya, depois de se exilar de Asgard. O Fimbulvetr mudou radicalmente a paisagem de Midgard, congelando o Lago dos Nove e cobrindo a terra de neve e gelo;


Muspelheim: Muspelheim é o reino do fogo e a fonte de calor dos nove reinos. Muspelheim é o reino que acolhe os testes de Muspelheim — uma prova de força para guerreiros corajosos. É também o lar de Surtr, o corajoso — o gigante de fogo —, e dos seus seguidores. A profecia dita que, no Ragnarök, Surtr vai liderar os gigantes de fogo rumo a Asgard e reduzir esse reino a cinzas. Até lá, continuam adormecidos em Muspelheim;



Svartalfheim: Svartalfheim é o reino dos anões. Os portos, as cidades e as minas dos anões são marcados por uma arquitetura distinta e por notáveis façanhas de engenharia. De todos os povos dos nove reinos, os anões são o mais talentoso no que diz respeito à construção. A paixão e a dedicação que consagram aos seus ofícios são notórias em tudo o que criam. Os anões são teimosos e resilientes, mesmo sob o jugo opressivo dos aesir;


Niflheim: Niflheim, o reino do nevoeiro, foi em tempos uma terra de neblina e neve — e o lar da oficina do anão Ivaldi, o grande alquimista. Quando as ambições de Ivaldi se tornaram uma ameaça ao poder de Odin, ele interveio. Na resultante luta pelo poder, Ivaldi envenenou inadvertidamente a neblina sem fim de Niflheim, transformando o reino numa terra desolada;



De salientar também a parceria entre a Sony Portugal e a marca de sapatilhas portuguesa, Sanjo, que criou um novo modelo inspirado exatamente nos seis reinos presentes no jogo. Nomeadamente, Midgard, Alfheim, Svartalfheim, Helheim, Muspelheim e Niflheim.



God of War Ragnarök é a sequela do espectacular God of War (2018), onde Kratos e Atreus vão explorar os nove reinos para tentarem evitar o fim do mundo. Ao mesmo tempo vamos assistir à evolução da relação entre os dois protagonistas. Kratos sempre a tentar proteger Atreus do mal e da guerra, mas a tarefa do Deus da Guerra é muito complicada, porque o seu filho quer encontrar respostas, quer evitar o fim e acaba por colocar-se em perigo.


O jogo sofreu evoluções em todos os aspetos. A nível das armas e nas combinações espectacular e devastadoras que podemos fazer com o Leviathan Axe e as Blades of Chaos para derrotar os adversários. Muitas vezes uma das armas é mais efetiva do que a outra e o jogador tem de saber escolher. A utilização do escudo também tem um impacto vastamente superior e é também muito mais divertido. Existem múltiplas combinações que podemos fazer com um efeito destrutivo junto do adversário.



É possível evoluir todas armas, escudos, armaduras, que transformam a aparência de Kratos e Atreus, e amuletos. Temos também a possibilidade de desbloquear novas técnicas para as nossas armas. O jogo está mais evoluído nesse aspeto e o ‘gamer’ tem de escolher entre as técnicas que mais se adaptam ao seu estilo.


Os fãs de God of War Ragnarök e aqueles que nunca jogaram também vão ficar impressionados com os monstros e deuses que vão surgir durante a longa campanha, que tem também inúmeros objetivos secundários para completar. Essa situação aumenta ainda mais a longevidade do jogo.


O som é outro aspeto que aumenta a imersão. A qualidade da banda sonora é espectacular e insere-se exatamente no jogo. É claro que o comando dualsense também faz a diferença. Principalmente em transmitir ao jogador a força com que estamos a atingir o adversário. É realmente incrível a forma como sentimos que estamos a despedaçar um monstro. É claro que continuamos a ter inúmeras animações especificas para o golpe fatal. São incríveis e traduzem até que ponto Kratos é feroz e temível.



Para além de intensas batalhas, o jogador também terá muitos puzzles para superar para seguir em frente. É preciso ter calma, parar e pensar um pouco. Oiçam as dicas das personagens que estão ao lado de Kratos nessa altura. É preciso também salientar a qualidade das interpretações dos atores que dão as vozes à versão portuguesa, que são Diogo Morgado, Ricardo Carriço e Virgílio Castelo e também na versão inglesa.


A viagem de Kratos e Atreus pelos vários reinos é incrível em termos gráficos e provavelmente um dos melhores títulos feitos até ao momento. A variedade que encontramos, conceitos opostos, de gelo a selva, de destruídos a imaculados. É sensacional. Cada mundo também tem os seus próprios inimigos específicos. A vida selvagem também está sempre presente. É incrível o trabalho que fizeram até com coisas simples como, por exemplo, os animais e insetos que encontramos nos diferentes mundos. A atenção ao detalhe é difícil de descrever, sem esquecer tanta coisa presente. É visível a qualidade do trabalho feito pelo estúdio Santa Mónica.



God of War Ragnarök é daqueles jogos memoráveis, com sequências de batalhas fenomenais, mas, ao mesmo tempo, também é uma história de um pai que tenta a todo o custo proteger o filho do mal. É inquestionavelmente um dos melhores jogos de 2022 e desta geração.

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