«Já estive bem mais longe da Seleção»

Portimonense 04.10.2022 08:46
Por Jorge Anjinho

Contratado ao Pedras Rubras no verão de 2020, Filipe Relvas tem vindo a impor-se no Portimonense, sendo um dos indiscutíveis de Paulo Sérgio. Começou a conquistar o seu espaço na última época, adaptando-se com sucesso a lateral-esquerdo. Mas é a central que se sente «mais confortável», conforme assume em entrevista a A BOLA.

- Está surpreendido com o bom início de temporada do Portimonense, que coloca a equipa no quinto lugar, com 15 pontos?


- Não, porque estou no balneário todos os dias e sei como trabalhamos. Mas não deixa de ser surpreendente para as pessoas que não estão dentro do clube. É sempre bom estarmos nestas posições, mas no ano passado também começámos assim e depois a 2.ª volta não correu tão bem. Por isso, temos de continuar com os pés bem assentes no chão e a trabalhar para continuar a surpreender.
 

- Sendo um central, qual foi a sua reação quando Paulo Sérgio lhe disse que ia jogar como lateral-esquerdo? 
 

- Fiquei um bocado à toa, porque já não jogava como lateral desde os tempos da formação. Mas nos treinos comecei a ser trabalhado para essa posição e o mister entendeu que me adaptei bem. Acho que o meu auge de rendimento e onde me sinto mais confortável é a central, mas também acho que foi um bom crescimento para mim ter jogado como lateral. E se um dia tiver de voltar a fazer essa posição, já estarei mais ambientado.
 

- Que ambições e sonhos tem?


- Pode parecer estranho, mas o meu principal objetivo é amanhã sentir-me melhor do que sou hoje e que a minha evolução é constante. Ainda sou jovem, sinto que posso ser melhor, e quero estar cada vez mais preparado, de jogo para jogo. Sonhos a médio e longo prazo? Claro que jogar na Liga dos Campeões ou na Seleção é sempre um sonho, principalmente pela seleção, porque qualquer jogador gosta de representar o seu país.


- Por falar na Seleção: na última convocatória, o Pepe foi dispensado por lesão. Acalentou a possibilidade de o substituir?


- Acreditar… acredito sempre! E acredito que já estive bem mais longe da Seleção, do que possa estar agora. Como é óbvio, não estou a dizer que quando o Pepe foi dispensado o selecionador iria chamar-me… só que sinto que estou uns passos mais à frente e mais perto do que já estive. Se continuar a trabalhar, quem sabe um dia não serei chamado. Mas tenho é de continuar focado no meu trabalho e não estar a pensar se vou… se não vou… isso o selecionador é que sabe. Se um dia ele achar que estarei pronto, como sempre lutarei com todas as forças para dar o meu melhor.

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