Mendy tinha 'sala de pânico' para cometer violações

Manchester City 16.08.2022 16:41
Por Redação

O caso Benjamin Mendy, lateral-esquerdo francês do Manchester City que está a ser julgado pelos crimes de violação e abuso sexual, mostrou novos e sórdidos pormenores sobre o modus operandi do campeão do Mundo em 2018, que teria uma 'sala de pânico' para cometer os ditos crimes.


Durante o julgamento, o jogador foi acusado de utilizar esse espaço para diversos «cenários sexuais» ao trancar as vítimas, retirar-lhes os telemóveis e, segundo a acusação, procedendo à execução dos crimes dos quais é acusado.


Por exemplo, numa noite, aquando de uma festa na piscina que Mendy deu em casa, terá violado três mulheres.


Em maio, Benjamin Mendy declarou-se inocente em tribunal e negou qualquer culpa nos dez crimes de que está acusado  - oito violações, uma tentativa de violação, e um crime de abuso sexual - por seis mulheres, que terão sido cometidos de outubro de 2018, pouco depois de se sagrar campeão do Mundo pela seleção francesa, até agosto de 2021, na sua residência, em Prestbury.


«O caso é simples e não tem muito a ver com futebol. A história é antiga: homens que agridem e violam mulheres porque acham que se vão safar», declarou o promotor público Timothy Cray, durante o julgamento, que decorre em Chester.
 

O lateral-esquerdo começou a carreira no Le Havre, saltou para o Marselha, passou pelo Mónaco e daí saiu para os sky blue, no verão de 2017, a troco de 60 milhões de euros.

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