O doce sabor da permanência

Vizela 20-05-2022 09:06
Por Nuno Vieira

A segunda participação do Vizela na principal competição nacional de futebol foi coroada de êxito. Após uma temporada em cheio, com a subida na Liga 2, a aposta dos responsáveis foi no sentido da continuidade do treinador e de boa parte dos jogadores. Muitos vaticinaram o pior, dada a falta de experiência da maior parte dos futebolistas nestas andanças, mas a resposta foi brilhante: a equipa conseguiu a permanência e, tão importante como isso, apresentou futebol de qualidade e jogou olhos nos olhos frente a todos os adversários.

É essa a imagem de marca do atual Vizela, conduzido por Álvaro Pacheco. Com a sua famosa e inseparável boina, o treinador de 50 anos estreou-se na Liga com a irreverência de um jovem, com um discurso aberto e ousado e um estilo de jogo atrativo, sustentado num trabalho diário que privilegiou a intensidade no momento de treino. As ideias eram fáceis de identificar… o difícil para os adversários era contrariá-las!

Procurou reinventar dinâmicas para contornar as dificuldades, conheceu ao longo de um ano um processo de evolução contínua e o resultado final dificilmente poderia ter sido melhor.

Para o futuro, estão abertas as portas de novos sonhos. A estrutura é pequena mas está a crescer, oferecendo ao treinador uma dose extra de ambição para o que aí vem. A cidade identifica-se com a equipa e a equipa está de braço dado com os adeptos, como se viu nos jogos em casa mas também nos restantes estádios portugueses, onde eram sempre muitos os representantes do clube nas bancadas. 

 

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