«Temos de compensar a derrota na Suíça»

Manchester United 07-12-2021 14:36
Por Redação

Raphael Varane e Edinson Cavani regressaram esta terça-feira aos treinos com o Manchester United, mas ambos estão fora das contas do treinador Ralf Rangnick para a receção ao Young Boys da Suíça, esta quarta-feira, para fechar a fase de grupos da Liga dos Campeões. De resto Luke Shaw e Jesse Lingard também se treinaram em Carrington.

 

Com a equipa já apurada, o treinador fará naturalmente alterações, tendo já confirmado duas entradas: o guarda-redes Dean Henderson e o médio Donny van de Beek:

 

«Cavani e Varane ainda não podem jogar amanhã, para um foi o segundo treino, para outro apenas o primeiro. Ainda não decidi a equipa, mas claro que faz sentido descansar alguns jogadores tendo em consideração o calendário, mas também tenho de ter em conta o momento positivo em que estamos e o embalo da equipa – o mesmo onze alinhou nas vitórias frente a Arsenal e Crystal Palace. Continua a ser importante ganhar este jogo, até para compensar a derrota na Suíça [1-2 na primeira volta].»

 

O treinador alemão confirmou que espera para breve o OK para duas contratações para a equipa técnica: o adjunto Chris Armas e o psicólogo de desporto Sascha Lense. Foi sobretudo esta última que aguçou a curiosidade dos jornalistas.

«Não conheço a situação noutros clubes, mas na Alemanha a maioria tem um cientista desportivo, um psicólogo. Para mim é absolutamente lógico, deve haver um especialista para o cérebro. Não para os colocar num sofá vermelho e dar as mãos, mas para ajudar os jogadores a perceber que o cérebro deve auxiliar o corpo», explicou, apresentando então os dois reforços.

 

«O Sascha é alemão, ex-jogador da segunda divisão. Trabalhei com ele três anos no RB Leipzig, um ano no ano em que conquistámos a promoção à primeira divisão e nos dois anos seguintes, quando Ralph Hasenhuttl era o treinador principal. Espero que consiga o visto de trabalho para estar connosco já amanhã ou, o mais tardar, quinta-feira. Conheci o Chris Armas quando era o treinador-adjunto do Red Bulls Nova Iorque sob comando de Jesse Marsch, há cinco anos. Também na minha função como chefe global da Red Bull, nos últimos três anos ele foi o treinador principal lá e no Toronto na MLS. Esperamos que ele se junte à equipa nos próximos dois dias.»

 

O treinador comentou também o que achou do primeiro jogo que orientou, a vitória por 1-0 sobre o Crystal Palace. «Olhando para esse jogo penso que não nos faltou energia. A primeira meia hora foi quase perfeita ao nível de pressão no terreno, não estava ainda à espera disso. Na segunda parte controlámos o jogo embora a outro ritmo.»

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