Um caminho vertiginoso de entrada e saída de treinadores 

Marítimo 22-11-2021 08:46
Por Orlando Vieira

Longe vai o tempo em que o Marítimo era sinónimo de estabilidade para os treinadores. Com a quebra acentuada dos resultados desportivos nos últimos anos, os técnicos que têm passado pelo clube têm sido as principais vítimas da instabilidade que surpreendentemente passou a ser a imagem de marca do Marítimo.

Julio Velázquez foi a mais recente vítima dessa instabilidade. A passagem do espanhol pela Madeira foi apenas mais um mero capítulo na vertiginosa entrada e saída de treinadores que tomou conta do banco da equipa insular.

Nas últimas cinco temporadas, o Marítimo, depois da entrada de Vasco Seabra, já contabiliza dez treinadores. Uma média de dois por época, o que diz bem do quanto é curta a passagem de qualquer técnico pelo Marítimo. O último que conseguiu completar uma temporada na Madeira foi Daniel Ramos. Foi em 2017/2018. Curiosamente foi a última temporada em que a equipa teve uma classificação, 7.º lugar, condizente com os pergaminhos do clube na Liga e que já o levaram a nove participações em competições europeias.

Após a saída de Daniel Ramos, o Marítimo entrou numa derrapagem em termos classificativos, tendo como consequência uma luta tenaz pela manutenção. Nas últimas três épocas, a formação madeirense esteve na iminência de cair na Liga 2, sendo que em todas essas temporadas a salvação aconteceu já na parte final do campeonato.

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