«O Marítimo corre o risco de morrer desportivamente»

Marítimo 21-10-2021 09:51
Por Orlando Vieira

Foi presidente do Marítimo entre 1988 e 1997 e volta para concorrer nas eleições de amanhã. Muito crítico em relação à gestão do atual líder, promete fazer renascer o clube em todas as áreas e deixa mensagem dura a Carlos Pereira: «Carlos, tudo na vida tem um tempo. Estás em fim de ciclo e deverias ter percebido isso.»


24 anos após ter sido presidente, volta a candidatar-se. O que o fez tomar essa decisão?


- Um conjunto de sócios que amam o clube e há muito se manifestava contra esta forma de liderar o Marítimo, que não se reviam no atual presidente Carlos Pereira e na sua política desportiva. Perante essa onda enorme de insatisfação e o pedido que me foi feito, não podia dizer que não. Gosto mesmo muito do Marítimo para virar costas nesta altura. Entenderam esses sócios que eu era a pessoa ideal para dar um novo rumo ao clube e aqui estou eu para operar essa mudança caso os sócios assim queiram.


 - Que mudança é essa?


- Ideias novas, novos conceitos, nova maneira de ver e encarar o futebol, de contratar jogadores. Comigo, tudo vai ser diferente. O Marítimo corre risco de morrer desportivamente caso Carlos Pereira continue. Não podemos deixar que isso aconteça e esta é a hora certa para mudarmos o nosso Marítimo em relação à dramática situação em que se encontra. O Marítimo parou no tempo e isso não pode acontecer. O Marítimo está doente.

 

 

Leia a entrevista na íntegra na edição impressa ou digital de A BOLA
 

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