«Cresci a saber separar família e voleibol»

Voleibol 16-10-2021 10:33
Por Célia Lourenço

Ser filho do histórico Miguel Maia que, aos 50 anos, é provavelmente único mundialmente, podia ser uma missão difícil para o filho. Mas Guilherme, 19, quer desbravar o próprio caminho, apesar da inevitabilidade da comparação com o progenitor com quem partilha, esta época, a posição de distribuidor na Ac. Espinho, promovida à Liga Una Seguros e muito reforçada com jogadores que já ergueram troféus, o último deles ao serviço do Sporting em 2017/ 2018.

 

Entre eles o próprio Maia sénior. E foi na viagem para Lisboa, onde hoje entra em ação no Pavilhão João Rocha que o júnior da família - para o primo Miguel Sá, líbero que ia brincando com o caçula, também será um regresso à casa de 2021/2022 - falou com A BOLA.

 

«Acredito que este jogo com o Sporting seja mais especial para o meu pai do que para mim, embora o Sporting não seja uma equipa qualquer. Qualquer atleta almeja encontros destes, são sempre um grande passo para o nosso crescimento. Espero que consigamos fazer uma grande batalha», analisou, com maturidade, estudante de Psicologia, «área que ajuda no percurso como atleta», sem temer a notoriedade do progenitor.

 

 

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