Leão de cara lavada para a chuva de estrelas

Sporting 28-09-2021 08:53
Por Mário Rui Ventura, enviado especial de A BOLA a Dortmund

Quem chegasse a Dortmund e, sobretudo, aos arredores do Signal Iduna Park, casa do Borussia e o estádio com maior capacidade de todo o território alemão - 81.365 espectadores - não diria que estaria em vésperas de uma noite de estrelas, não fosse alguns preparativos como a colocação das sinaléticas da UEFA. Mas quem por ali passa, não passa sem sentir na pele a história por detrás de um clube com 102 anos de história e com o centenário cravado no chão, através de 100 estrelas num autêntico passeio da fama onde, claro está, não falta um português: Paulo Sousa.

 

A equipa que venceu a Liga dos Campeões em 1996/1997, na final com a Juventus (3-1) está lá toda, fio a pavio, e a enorme devoção dos adeptos ao clube fica também bem expressa em torno do estádio, seja com uma fan store gigantesca ou mesmo uma parede amarela, a fazer lembrar a célebre Die gelbe Wand, bancada das claques do Dortmund, recheada de cadeados de amor... ao clube.

 

O Signal Iduna Park transpira história, transpira conquistas e transporta-nos para uma chuva de estrelas que hoje, perante 25 mil adeptos, voltam a cintilar no primeiro jogo em casa do Dortmund, com público, para a Liga dos Campeões.

 

As dúvidas na equipa alemã são mais que muitas e a grande estrela permanece em dúvida até à hora do jogo. Cenário ainda assim mais favorável ao do Sporting, cuja maior figura, Pedro Gonçalves, ficou em Lisboa, tal como Gonçalo Inácio, e que no lote alargado de 23 convocados incluiu dois jovens, Goulart e Marsà.


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