«Uma vontade e uma ambição gigantescas»

Futsal 28-09-2021 17:38
Por Eduardo Pedrosa Marques

Portugal está pronto para disputar as meias-finais do Campeonato do Mundo. Mais: Portugal está desejoso de fazer ainda melhor.

 

Quem o garante é Jorge Braz, selecionador nacional, que afirma que todos quantos fazem parte da estrutura estão preparados para continuar a escrever história.

 

Nas meias-finais, Portugal defronta o Cazaquistão, na próxima quinta-feira (18 horas), e Jorge Braz divide as possibilidades de sucesso. Porque favoritos, defende, não há.

«Estarmos nas meias-finais significa continuarmos o percurso que delineámos. Mas ainda há muito trabalho pela frente e não é por aqui que queremos ficar. Favoritos? Nesta fase de um Campeonato do Mundo não há favoritos. Serão duas meias-finais fortíssimas [n.d.r.: Brasil e Argentina lutam pela outra vaga na final, em partida agendada para as 18 horas desta quarta-feira] e nós temos que fazer o nosso trabalho. Só estamos preocupados connosco. O que posso garantir é que estamos totalmente dentro do nosso objetivo, que é muito claro! Sinto toda a gente imbuída desse mesmo espírito, tal como senti desde o dia da convocatória. Temos uma vontade e uma ambição gigantescas.»

 

Pany Varela e alma

Com a competição a caminhar a passos largos para o fim e mesmo depois de cinco jogos (dois deles com prolongamento, diante da Sérvia, nos oitavos de final, e frente à Espanha, nos quartos de final), não há cansaço que assuste os jogadores portugueses.


Pany Varela, o jogador escolhido para, juntamente com Jorge Braz, falar aos jornalistas esta terça-feira, na conferência de Imprensa de antevisão do jogo com o Cazaquistão, sublinha a tremenda vontade do grupo em fazer continuar na senda das vitórias. «O que importa é o desejo de vencer. O cansaço é secundário. Quando as pernas pesarem um pouco mais, teremos a nossa alma. E o apoio fantástico que temos sentido por parte dos adeptos portugueses. Sabemos que ainda não estamos onde queremos estar e vamos por mais. Vamos ser Portugal e acredito que podemos vencer», sublinhou o número 11 da Seleção.

 

 

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