Quatro golos são de menos para quem tanto ataca

Vitória de Guimarães 06-09-2021 10:57
Por Paulo Montes

É de golos, ou da falta deles, que o adepto vitoriano se vai queixando neste início de Liga. Quatro jornadas já ultrapassadas apenas valeram outros tantos tentos, média que não deve igualmente satisfazer os responsáveis pelo clube minhoto.
Qual será, bem vistas as coisas, o problema deste Vitória deficitário na concretização e que só foi capaz de despejar sobre um único opositor, o Vizela, todas as munições letais até aqui utilizadas?


Dos homens da frente, Bruno Duarte entrou nas quatro rondas do campeonato e em todas ficou em branco; Estupiñán reapareceu nos duas últimas e apontou dois golos. Portanto, o primeiro  parece estar abaixo daquilo que já mostrou e o segundo, quem sabe, no bom caminho.


Será, então, que a origem dessa incapacidade concretizadora também se deve à participação dos extremos? Nas primeiras quatro jornadas Pepa utilizou os quatro elementos mais vocacionados para exploração dos corredores, e mais não tinha à mão. Quaresma, titularíssimo, é porventura o caso mais intrigante. Conhece-se o talento e a aptidão para alimentar os colegas, estranha-se que tal cenário persista na escuridão.

 

Edwards será, a esse nível, o menos mau, já com um golo. Mas a frequência com que surge no último terço e na área  ainda não seduz. Rochinha, que só alinhou em três jogos, tão-pouco superou as expectativas, tal como Lameiras, o menos utilizado.
 

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