«Quem é subserviente e quer o seu ‘tachinho’ fala do que se passa à volta do futebol»

FC Porto 02-03-2021 12:29
Por Redação

Na antevisão ao jogo da segunda ‘mão’ das meias-finais da Taça de Portugal com o SC Braga, Sérgio Conceição recusou falar das polémicas que se seguiram após os dois últimos jogos com os minhotos: empates 2-2 e 1-1 para campeonato e primeira ‘mão’ da Taça, respetivamente.

 

«O que se passa no campo fica no campo. Se for contar tudo o que disse a adversários e o que adversários me disseram, num desporto cheio de paixão, emocionante e coloca no limite todas as características do ser humano, começava hoje e acaba daqui a dez anos. Não é bonito. Tenho ouvido muitas coisas, é mais importante falar disso do que aquilo que fizemos em Braga ou no último jogo com Sporting (0-0), em que não permitimos um remate enquadrado, em que tivemos ocasiões para fazer golo… ninguém fala nisso, falam de coisas menos bonitas e de outras que nem se sabe. Não sou eu que vou dizer o que Nuno Santos ou o Pedro Gonçalves disseram para o nosso banco. Quem utiliza isso para mascarar outras situações, faz parte porque é o que vende. Muita gente só comenta o que se passa à volta do futebol. Sobre o verdadeiro futebol não percebem nada. Vivemos disto. Quem é apaixonado pelo futebol quer falar do jogo, quem é subserviente e quem anda aqui para ter o seu tachinho, fala do que se passa à volta do futebol», atirou o técnico dos dragões em conferência de imprensa.

 

«Importante nos últimos dois jogos em Braga foram as nossas grandes exibições até ficarmos reduzidos. Para mim isso é que contou. E também é preciso dar mérito ao SC Braga porque não é fácil marcar a equipas que estão em inferioridade numérica, como nós estivemos, e eles conseguiram empatar os dois jogos. Amanhã será outro jogo», atirou.

 

Questionado sobre o que espera da equipa comandada por Carlos Carvalhal, que precisa marcar no Dragão para aspirar a um lugar no Jamor, Sérgio Conceição respondeu: «Não posso controlar a atitude e postura em campo do SC Braga. Posso é perceber as dinâmicas, os pontos fortes, e estarmos precavidos. A presença na final será decidida amanhã e as duas equipas querem estar presentes. Se conseguirmos, esta será a terceira final nestes três anos e meio. Um clube grande vive assim, dos jogos que dão títulos. Vamos procurar fazer um bom jogo e estar presentes uma vez mais na final.»

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