«Somos o alvo a abater, estamos habituados a isso, dentro e fora do campo»

FC Porto 18-09-2020 12:54
Por Redação

Sérgio Conceição não tem dúvidas: o FC Porto entra na nova época como alvo a abater. «Dentro e fora do campo», salienta, garantindo ao mesmo tempo que a sua equipa está já habituada a tal dado. 

Falando na projeção ao jogo com o SC Braga, marcado para este sábado, a partir das 21 horas, o treinador dos dragões referiu: «Vamos encontrar um clube bastante sólido, que cresceu muito nos últimos anos e têm afirmado como um grande, não sei se o quarto, o terceiro ou o primeiro. Tem naturais aspirações a conquistar títulos e dentro disso vamos encontrar uma equipa bem trabalhada, independentemente do treinador que tivesse iríamos encontrar uma equipa com jogadores de qualidade. Mas o Carlos Carvalhal potencia ao máximo os seus jogadores e tem feito excelentes trabalhos em diversos países. De qualquer forma, o FC Porto está habituado, somos os campeões em título, fomos a equipa que venceu mais jogos, que sofreu menos golos e marcou mais. Somos o alvo a abater, estamos habituados a isso, dentro e fora do campo. Este ano não vai ser diferente.»

Então quem parte na frente? «Falo do FC Porto, é a equipa a quem toda a gente vai querer vencer. Os candidatos são os candidatos históricos, mas toda a gente parte da mesma posição, até já falei do SC Braga. Depois o decorrer do campeonato é que vai ditar quem é mais forte. Por sermos os campeões nacionais todos vão querer vencer-nos, mas, enquanto grande clube que somos, vamos ter a responsabilidade que tivemos nos outros anos. Não quero atribuir favoritismo a ninguém, mas somos sempre candidatos a conquistar títulos», respondeu.

Antes, Sérgio Conceição já tinha deixado a garantia que o estado de espírito da equipa «está muito bem». «Apesar de esta pré-época ter sido diferente, estamos preparados para iniciar o campeonato e defender o que conquistámos na época passada e tentar fazer melhor. Vamos ter um jogo sempre difícil, mas o FC Porto de acordo com o que foi na época passada», explicou.

«Dentro do que é o nosso modelo de jogo temos algumas nuances e variações. Se chegaram jogadores é porque podem acrescentar algo à equipa. Obviamente que o contexto em que estavam inseridos é diferente do que encontraram aqui e isso leva o seu tempo de ambientação, isso é normal e não quer dizer que não possam dar já o seu contributo.»

O treinador foi ainda questionado sobre os reforços que já chegaram (Cláudio Ramos, Carraça, Zaidu, Taremi e Evanilson), referindo: «Dentro do que é o nosso modelo de jogo temos algumas nuances e variações. Se chegaram jogadores é porque podem acrescentar algo à equipa. Obviamente que o contexto em que estavam inseridos é diferente do que encontraram aqui e isso leva o seu tempo de ambientação, isso é normal, mas não quer dizer que não possam dar já o seu contributo.»

E também sobre os que ainda poderão sair: «O mercado é o que é, não somos dos países mais competitivos nesse sentido. Temos de ser inteligentes e criativos, estando sujeitos também a saídas para equipas com maior poderio financeiro. Temos de estar preparados para estar à altura e encontrar soluções. Há jogadores que têm pouco tempo de contrato e acabam por ficar mais quatro ou cinco anos. O futebol é assim mesmo. Mas vejo a equipa treinar de forma fantástica e, por isso, também confio nos jogadores.»
 

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