«Se o FC Porto for campeão, os jogadores devem sentir essa dor»

Sporting 10-07-2020 22:15
Por Redação

Rúben Amorim, treinador do Sporting, analisou o encontro da próxima jornada com o FC Porto, um clássico para o qual os dragões entram a precisar de um ponto apenas para festejar o título de campeão nacional.

 

«Fico feliz por o FC Porto não ser ainda campeão. Quero que os jogadores, principalmente os mais novos, sintam essa pressão. Vamos jogar como sempre, para ganhar. Se o FC Porto for campeão, os jogadores devem sentir essa festa e essa dor. Ficaremos sempre a ganhar: vencendo ou perdendo, os jogadores vão crescer de qualquer maneira. O nosso objetivo é sempre ganhar. Mas é um rival histórico do Sporting que pode fazer festa connosco em campo. Acho que isso é importante para os miúdos perceberem que têm que ter brio profissional, e acho que vão ter», disse em conferência de imprensa.

 

Questionado sobre como incutir nos jogadores mais jovens a mentalidade vencedora necessária para conquistar títulos: «É ganhar. Vencer jogo a jogo. O clube assim o exige. Também temos de ter calma com eles. Muitos deles estão habituados na formação a jogar para ganhar, eles crescem com isso e, acima de tudo, têm que acreditar. Tudo é possível.»

 

Rúben Amorim explicou ainda os comentários sobre Wendel, assumindo que gostaria que o brasileiro tivesse a sua mentalidade enquanto jogador: «O Sporting é um clube ganhador, com muitos títulos, e Wendel tem de adaptar-se a essa cultura. Ele trabalha no limite todos os dias, mas podemos sempre melhorar. Há certos momentos em que, por ser forte fisicamente, se perde taticamente. Eu era mais fraco fisicamente, estava sempre cheio de lesões, e tinha de pensar mais o jogo. Ele não tem essa necessidade. Foi essa parte mental que referi, porque fisicamente ele é um fenómeno. Está no bom caminho e vai melhorar de dia para dia.»

 

Sobre o facto de chegar ao Dragão sem derrotas: «Não dá conforto nenhum. Depois do empate com o Moreirense, parece que tinha acontecido algo muito estranho. Isso só reforça a minha ideia de que uma, duas derrotas, um ou dois empates, mudam completamente a forma como veem o treinador, o projeto e a equiopa. Vivo do dia a dia e o pensamento é que um dia vamos perder, mas não será esta semana.»

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