Cajuda elogia Artur Jorge: «Determinado na luta pelos seus sonhos»

SC Braga 03-07-2020 14:18
Por Pedro Cadima

Depois de Sá Pinto, Rúben Amorim e Custódio Castro, Artur Jorge é o homem que se espera que complete a época, sem mais agitação no banco dos minhotos. O antigo central de 48 anos terá de levar a fibra que tinha no campo para o balneário para reconduzir os jogadores a níveis anímicos condizentes com as expectativas do clube e, naturalmente, a resultados bem mais satisfatórios que aqueles que foram alcançados por Custódio. O SC Braga deixou fugir o Sporting e a visão do 3.º lugar é já profundamente ténue. Subir posições é cenário quase impossível para Artur Jorge, que terá de evitar perdas para quem vem atrás, não vá o diabo tecê-las...


Artur Jorge entrou ontem ao comando da equipa, esperando-o uma receção ao Aves. Mesmo com a flagrante imagem de escolha interina numa altura crítica, havendo um treinador desejado para 2020/2021, João Pedro Sousa, que foi, curiosamente, adjunto de Artur Jorge no Famalicão em 2009/2010, este não deixa de ser um momento de afirmação para o agora técnico principal. Quem torce para que resulte é Manuel Cajuda, olhando com estima para o seu antigo capitão. «Vejo com alegria, tenho um grande carinho por ele. Mas é só uma aposta! Oxalá que corra bem. Não posso arriscar mais prognósticos sobre um treinador. Hoje em dia é muito bom durante seis meses, muito mau nos meses seguintes.»

 

«Fico feliz que um jogador que trabalhou tanto tempo comigo consiga chegar a um ponto que sempre almejou. Conheço o seu caráter, entrega e profissionalismo. Não conheço nada do Artur Jorge treinador. Reconheço-lhe o perfil de líder e a vontade de aprender. É, mais do que tudo, um homem determinado na luta pelos seus sonhos», elogia o algarvio, antes de uma corrosiva reflexão sobre o papel de Micael Sequeira.

 

«Não tenho de julgar os fundamentos das escolhas. Tenho de dar mérito ao que o presidente já fez. Algumas escolhas têm sido boas, outras menos boas. Espero que esta seja mais uma boa. A grande questão passa por não entender como um treinador com 4.º nível nunca é promovido. Nunca foi ele o escolhido para treinar, nunca foi valorizado. Em três casos nunca foi a melhor opção, serviu só para dar trabalho aos outros», argumenta.
 

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