Daniel Ramos pede renovação

Boavista 30-06-2020 08:52
Por Pedro Cadima

O Boavista já subiu três lugares desde a retoma competitiva, tendo a vitória sobre o Santa Clara, além de promovido ascensão ao 8.º lugar, servido também para uma demonstração de força da Daniel Ramos. Antes e depois do jogo, o treinador não teve medo das palavras e recusou jogar à defesa quanto ao seu futuro. Assegurou que tinha pressa de o resolver e que esta semana podia ser conclusiva.

O treinador quer fazer valer as seis vitórias em 15 jogos no comando das panteras, após ter herdado a equipa de Lito Vidigal. Entre altos e baixos, o Boavista ocupa uma classificação airosa, na primeira metade da tabela, atingiu os 38 pontos e já não alimenta qualquer pressão final de contas pela sobrevivência. Os triunfos sobre SC Braga, V. Setúbal e Santa Clara vieram dar importante fôlego a Daniel Ramos, que não terá gostado de saber de um alegado princípio de acordo entre o clube do Bessa e Vasco Seabra, que dirigiu esta temporada o Mafra.

O treinador de 49 anos foi firme e taxativo nos recados para dentro, na antevisão ao duelo com o Santa Clara, que não aceitava gente acomodada aos 35 pontos e à sensação de dever cumprido. Anteontem, ganhou mais autoridade para falar. «Não chegavam os 35, nem chegam os 38! Quem pensar assim está errado. Temos de ser ambiciosos. Se possível, queremos entrar nos 40 pontos e procurar o máximo que nos é permitido. É uma ambição de quem quer terminar bem a época como nós queremos, por forma a que todos possam sair valorizados», declarou, após sentar no banco, entre outros, o veterano Ricardo Costa. E ainda rompeu com o sistema de três centrais.

«Existem os indicadores que os jogadores me dão. Quem abrandar, está sujeito a perder oportunidade de jogar o próximo jogo. A exigência é diária», realçou.
 

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