«Depois de uma paragem de três meses, o ciclo que se segue não pode ser normal»

Seleção 28-06-2020 10:23
Por Redação

Adiado o Europeu para 2021, está agendado para setembro o regresso da Seleção Nacional à competição, para iniciar a defesa do título na Liga das Nações. Fernando Santos reconhece que a programação da equipa das Quinas «ficou comprometida» com a pandemia de Covid-19.

 

«A observação tornou-se muito difícil, pois os campeonatos pararam e aqueles que foram reatados só agora é que as equipas começam a ganhar algum ritmo. Ao fim de uma interrupção de três meses, o ciclo que se segue não pode ser normal», observou o selecionador nacional, um dos oradores convidados da 5.ª edição do Cascais Sports Weekend, tendo participado no painel que abordou o tema ‘O desporto em tempos de pandemia’, sublinhando que «preferia estar a jogar o Euro.»

 

Antes do Europeu vem a Liga das Nações: «Se por um lado é uma vantagem, por outro é praticamente um teste, pois verdadeiramente nem sabemos em que condições estará o mundo nessa altura.»

 

A primeira convocatória pós-Covid-19, admitiu Fernando Santos, «terá de ser quase 99 por cento com base na anterior.»

 

«Faremos o primeiro jogo ao fim de 16 meses e logo contra a Croácia e para darmos início a uma campanha em que estamos a defender um título. Teremos de reajustar as ideias que tínhamos, embora o planeamento básico continue a ser feito. O pior é que é feito em casa, o que é uma chatice…», assinalou.

 

«No início da pandemia criámos um grupo whatsApp alargado com jogadores para perceber como eles estavam a viver aqueles tempos mais stressantes. Mas a verdade é que só a 31 de agosto, no primeiro dia da concentração, é que vou perceber olhos nos olhos como eles estão», salientou, convicto, ainda assim, de que, no que à Seleção Nacional diz respeito, «o futuro continuará a ser bom.»

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