Nuno Espírito Santo e «a sorte de ter amizade com o melhor empresário do mundo»

Wolverhampton 23-06-2020 09:34
Por João Almeida Moreira, correspondente no Brasil

Ao Djalma não consigo dizer não», justificou Nuno Espírito Santo, convidado especial do programa Resenha, da ESPN Brasil, referindo-se a Djalminha, seu companheiro na Corunha e um dos convidados residentes. Estava dado o mote para contar histórias dos tempos de atletas e também falar do sucesso do Wolverhampton Wanderers.    
 

 «Estamos dois anos à frente do projetado. No primeiro ano a ideia era tentar subir à Premier League, depois consolidar a posição sem pensar em Europa, mas a minha ideia foi sempre que a identidade da equipa é que marcaria o futuro», disse Nuno. «O Wolves deixou de ser um projeto para ser a minha vida, com alguns jogadores tenho muita ligação sentimental, vieram comigo do FC Porto, estamos juntos há quatro anos», completou.

O treinador português diz que não há razão para um treinador não se rodear de compatriotas. «É fundamental falares a mesma língua», afirma. Mas analisa, por sugestão de um espectador, um hispano-maliano: «O Adama Traoré é único, super profissional, trabalha muito, tem um coração do tamanho do mundo». Diz que no dia a dia hoje está menos ligado aos olheiros : «Deixo isso com o clube e com a sorte de ter amizade com o melhor empresário do mundo [Jorge Mendes]».
 

E recorda história com Carlos Alberto no Dragão. «O Feijão? Porra! No elevador, estava um presidente de outro clube, o Feijão pergunta-lhe ‘tem a chave aí, tem a chave aí?’, ‘qual chave?’, perguntou o dirigente, ‘a chave do seu c*’, respondeu ele na cara do dirigente, era doido mas gente boa». 

Ainda recordou o episódio em que Djalminha deu uma cabeçada no treinador Javier Irureta, no Deportivo, razão pela qual o brasileiro não foi convocado por Scolari para o Mundial-2002 ganho pelo Brasil. «Resultou de uma discussão no treino por causa de um penálti que eu cometi sobre o Makaay, a culpa foi minha», afirmou para gargalhada geral.

 

 

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