Daniel Carriço está à espera de autorização para viajar para a China

China 30-03-2020 20:33
Por Redação

Durante o mercado de inverno, Daniel Carriço trocou o Sevilha pelos chineses do Wuhan, mas com a equipa asiática já de regresso a casa, o central português está em Lisboa à espera de autorização para viajar.

 

«Não tinha o visto, tive de vir de urgência para Lisboa para o obter e ainda não me o entregaram. No final, há uma preocupação geral e ninguém sabe o que vai acontecer; se um ente querido for infetado, todos queremos estar perto da família nessa situação», disse aos canais oficiais do antigo clube.

 

Ainda assim, o internacional luso está ansioso para viajar para a China. «Estamos trabalhando na papelada para ir para a China e terei que passar por esse período de quarentena e depois treinar com meus colegas. Não há data para o início da liga, fala-se do início de maio, mas eles estão muito assustados com os casos da Europa. O presidente quase fechou o país por medo de que o vírus evolua novamente e, assim, evite mais casos», comentou.

 

Carriço abordou ainda as dificuldades em assinar pelo Wuhan, confessando que o fato de a província ser o centro da pandemia na altura não ter ajudado. «Foi uma decisão complicada, primeiro porque deixei o Sevilha, onde me sentia muito confortável e considero a equipa do meu coração. Quando o interesse dos Wuhan surgiu, foi quando o assunto do vírus começou a ser discutido. Não havia muita informação e havia dúvidas sobre o que estava a acontecer. Conversei com a equipa técnica e a direção, que me garantiram que treinaríamos em Espanha e, depois do que aconteceu aqui, eles já queriam voltar. Eles estiveram aqui quase dois meses e queriam ver suas famílias.»

 

Por fim, o defesa abordou ainda a pandemia do Covid-19 em Portugal e a boa resposta dos portugueses. «Em Portugal tudo começou depois, foi possível aprender com países como Itália e Espanha. Por isso declararam o estado de emergência antes. Eles não nos forçam a ficar em casa, mas as pessoas têm medo e ficam. Mesmo que não haja polícia nem vejas o exército, sabes que ir às ruas é apenas por uma obrigação. Temos que cumprir para que isso seja resolvido em breve».

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