Eleições presidenciais tranquilas, pacíficas e ordeiras, garante CPLP

Guiné-Bissau 24-11-2019 19:40
Por Lusa

O chefe da missão de observadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) às eleições presidenciais deste domingo na Guiné-Bissau, Oldemiro Balói, considerou que o processo de votação foi «tranquilo, pacífico e ordeiro, salvo raríssimas exceções».

 

Em declarações à agência Lusa e à RTP minutos antes do encerramento das urnas, às 17.00 horas locais (mesma hora em Portugal Continental), o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros moçambicano referiu que «as urnas abriram a horas» e que «o processo foi muito bem organizado».

 

De acordo com Oldemiro Balói, a missão da CPLP não tem conhecimento de «quaisquer atos de violência por parte dos eleitores nem de nenhum ato de repressão por parte das autoridades policiais, que se mantiveram tranquilas, garantindo a tranquilidade necessária».

 

Oldemiro Balói saudou ainda a «atitude correta dos eleitores, dos candidatos de um modo geral» e a festa «que foi o processo de votação».

 

O relatório final da missão de observadores da CPLP será divulgado na terça-feira.

 

Para quem não sabe: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste a integram a CPLP.

 

Além da missão da CPLP, composta por 23 elementos, estão na Guiné-Bissau 54 observadores da União Africana, 60 da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e 47 dos EUA.

 

Mais de 760.000 eleitores foram chamados a votar nas eleições presidenciais, escolhendo entre os 12 candidatos qual deles irá suceder a José Mário Vaz, que se recandidata ao cargo.

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